quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Dízimo: Será doutrina do Novo Testamento? Estará a lei do dízimo em vigor no Novo Testamento?


Há três semanas (a partir de 23/02/2012), ouvi certo pastor de nome dizer que o cristão é obrigado a dizimar, e que aquele que não dizima corre o risco de perder a salvação. Parece que estamos voltando aos tempos de Lutero, onde as pessoas pagavam por sua salvação (veja a esse artigo A Salvação é mediante as Boas Obras? ).

O objetivo deste,pequeno, estudo não é o de se contrapor ao dízimo, mas de esclarecer  a verdade da forma certa de como contribuir pela graça, não por coação psicológica e doutrinária, utilizada por muitos líderes de igrejas, através de versículos da lei judaica, mas sim contribuir sem constrangimento exposto em (II Coríntios 9:7).  O cristão não é obrigado a dar o dízimo, nem por medo do “devorador” (Malaquias 3:11) ou de ser amaldiçoado, porque o dízimo é um mandamento da lei judaica, além disso, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo e Ele já nos abençoou com todas as bênçãos nas regiões celestiais (Romanos 8:1) e (Efésios 1:3). Nem rouba a Deus o cristão que não dá o dízimo... não temos o dever de chamar de ladrão a quem Jesus libertou, se ele contribui com 0% ou 100% é uma atitude pessoal, ele é livre para decidir. Jesus condenou a atitude dos judeus escribas e fariseus que dizimavam até o cominho e não ofertavam o seu amor ao próximo. (Mateus 23:23), infelizmente, muitos cristãos têm repetido esta mesma atitude. Não há um só versículo no Novo Testamento, que registre a obrigatoriedade do cristão dizimar. Por outro lado, se o cristão deixa de contribuir ou diminui esta contribuição, por que descobre que não é obrigado, está agindo de má fé para com Deus, como fez Ananias e Safira, ele deve contribuir sim e feliz porque sabe que pode fazê-lo por amor a Deus e não por imposição de homens, e segundo o que propuser em seu coração. Toda a contribuição para a Igreja era feita unicamente através de ofertas e partilha de bens. Nós, cristãos, devemos ter o cuidado de não ficarmos como passarinho no ninho: obrigados a engolir o que colocam na nossa boca.

Pela Lei, o dízimo era destinado à tribo levítica, aos sacerdotes desta tribo. Eles recebiam e se mantinham dos dízimos, porque não tinham herança e cuidavam do Templo de Deus, a Casa do Senhor, para onde os dízimos eram levados (Números 18:21/30).
·        O Templo foi destruído e não existem mais os sacerdotes levitas.
·        Pela Graça, a instituição do dízimo é ilegal e sem respaldo bíblico, porque todos nós somos sacerdotes de Cristo. (Apocalipse 1:6), pois não há mais necessidade desta tribo sacerdotal.
·        O Dízimo foi estabelecido para os judeus; não para a igreja de Jesus Cristo. (Hebreus 7:5).
·        Devemos compreender a diferença entre contribuir em LEI e o contribuir em GRAÇA, para não ficarmos debaixo de maldição, e obrigados a guardar toda a lei, se escolhermos seguir um mandamento dela, como disse o apóstolo Paulo em (Gálatas 5:3/4), pois quem cumpre um mandamento da lei é obrigado a guardar toda a lei. Somos servos do Senhor Jesus, não escravos de homens. (I Coríntios 7:23); (Gálatas 5:1) e foi para a liberdade que Ele nos chamou.

NA LEI
Ø Na Lei, o DÍZIMO era a causa principal da bênção do povo judeu e a bênção era consequência deste DÍZIMO (Malaquias 3:10). A maneira certa do povo judeu contribuir na LEI era dando o Dízimo para ser abençoado.
NA GRAÇA
Ø Na GRAÇA, o Sacrifício de Cristo é a causa principal da bênção do povo cristão. Paulo, em (Efésios 1:3) nos afirma que Deus nos abençoou “EM CRISTO”, não “EM DÍZIMO”, por este motivo, a maneira correta do povo cristão contribuir em GRAÇA é no uso de (II Coríntios 9:7), porque abençoados já somos.

Ao invés de incentivar os cristãos, com amor, a contribuírem na casa de Deus, muitas autoridades dizem que não o obrigam o pagamento do dízimo, mas usam textos do antigo testamento, como: ...repreenderei o devorador; ...roubais ao Senhor nos dízimos.. etc, que produzem temor nas pessoas e medo de maldição, porque tais autoridades dependem de altos salários pagos pelas igrejas ou têm receio que a obra do Senhor seja prejudicada se não houver imposição ou, por despreparo repetem os erros dos outros líderes, a todos faltando fé suficiente de que Deus prosperará a igreja, através da contribuição espontânea dos irmãos, como ocorria na igreja primitiva. O resultado disso tudo é o engano, o desvio da Verdade. Cristo não colocou “VINHO NOVO”(A GRAÇA) em “ODRES VELHOS”(A LEI). (Marcos 2:22). Jesus estabeleceu tudo novo e jogou fora o que era velho (Gálatas 4:30); (Hebreus 8:13). Não podemos fazer do cristianismo uma seita judaica. Paulo afirma (Gálatas 2:14).

Um resumo do ensinamento bíblico sobre a oferta:

Na época dos patriarcas: Não temos relato de alguma regra sobre ofertas antes da lei de Moisés. Sabemos que a oferta de Abel agradou a Deus, e a de Caim, não lhe agradou. É interessante observar que Deus não achou necessário nos revelar o motivo de seu desprezo. Sabemos que Abrão pagou a Melquisedeque o dízimo (10%) dos despojos de uma vitória militar (Gênesis 14:18-24). Neste caso, também, Deus não nos revelou o motivo e não falou se era ou não o costume de Abrão dar o dízimo de tudo que recebia. Se houve alguma lei atrás disso, exigindo que Abrão desse o dízimo, as Escrituras não a relatam. As pessoas que alegam algum tipo de lei geral do dízimo de tal exemplo estão ultrapassando a palavra do Senhor. Jacó jurou que, se Deus fosse com ele na sua jornada, daria o dízimo depois de voltar (Gênesis 28:20-22). Aqui, o texto se trata de um voto, ou uma obrigação que a própria pessoa assumiu, e nada diz de lei ou dever imposto por Deus (veja a natureza voluntária de votos em Números 30:1-16; Deuteronômio 23:21-23; Provérbios 20:25). Na Lei de Moisés: Na Lei de Deus dada pela mão de Moisés, o dízimo se tornou obrigação dos israelitas. Eles fizeram, também, várias outras ofertas, diversos sacrifícios, etc. Os dízimos são mencionados em mais de 20 versículos, de Levítico a Malaquias. Todas essas citações se referem ao povo de Israel. No trecho de Malaquias 3:6-12, freqüentemente citado em algumas igrejas, hoje em dia, para obrigar as pessoas a dar o dízimo, podemos ver que um povo material (os israelitas, 1:1) habitava numa terra material (Israel) onde produzia frutos do campo e tinha obrigação de dar os dízimos. Assim fazendo, este povo seria abençoado materialmente por Deus. Quando o povo não deu a devida importância aos dízimos, foi repreendido pelo Senhor por meio do profeta Malaquias. Quem utiliza as palavras de Malaquias para fazer regras sobre dízimos, hoje, está distorcendo as Escrituras.

 Deus, por intermédio de Moisés e diversos profetas (Hebreus 1:1), revelou a sua vontade ao povo de Israel. Aquela lei (observe que Jesus ensinou que a lei não fosse limitada aos livros de Moisés, veja João 10:34-35) governou o povo de Israel durante 1.500 anos. Hoje, ele tem falado pelo Filho e seus apóstolos, e a sua Nova Aliança é o que governa os cristãos (Hebreus 1:2; 2:1-4; 7:12; 8:6-13; 9:15). Aprendemos muitas coisas importantes das promessas e dos exemplos do Velho Testamento (Romanos 15:4; 1 Coríntios 10:6). Mas, as doutrinas que a igreja ensina e as regras que ela segue vêm da Nova Aliança, e não da Antiga. Quem volta à Antiga para se justificar perde a sua comunhão com Cristo (Gálatas 5:4).
Na Igreja do Novo Testamento: A Nova Aliança coloca a oferta no contexto de um reino espiritual com uma grande e urgente missão. As contribuições feitas na igreja não são impostos pagos num sistema teocrático. No ensinamento dado aos discípulos de Cristo, não encontramos tributação obrigatória. Em contraste com as leis específicas do Velho Testamento, o Novo nos ensina sobre a importância das nossas ofertas para cumprir a missão que Deus deu à igreja. Cada pessoa verdadeiramente convertida a Cristo dará conforme as suas condições por querer participar do trabalho importantíssimo da igreja.

Textos usados para impor o dizimo como uma obrigação:

(Malaquias3:10), tornou-se no meio evangélico, “o pezinho de coelho” e “ferradura da sorte” para muita gente, principalmente para o Sistema Religioso atual, que não consegue viver por fé, porque a fé não é de todos (II Tessalonicenses 3:2) é só dos eleitos de Deus (Tito 1:1). Infelizmente, muitos se comportam como aqueles que queriam atirar a primeira pedra na mulher adúltera, provavelmente, se Jesus estivesse aqui diriam: “Mestre, este irmão ou irmã foi apanhado(a) em flagrante roubo, não tem dado o dízimo, vive roubando a Deus, (Malaquias 3:10) diz que tais sejam entregues ao devorador e que Deus não deve abrir as janelas dos céus para abençoá-las. Tu, pois o que dizes?” Creio que Jesus daria esta resposta: “O que você tem a ver com isso?”. Assim como ninguém vive perguntando se você é adúltero, também não deve viver perguntando se você é dizimista. Muitos chegam até ao absurdo a constranger o irmão ou irmã, expondo-o à vergonha de ter o seu nome numa relação de não dizimistas pregada na porta da igreja, quando não, tiram-lhe o ministério ou o discriminam, mas quando é um(a) irmão(ã) que dá um dízimo elevado, este, muitas vezes, é o mais honrado na igreja. Notemos que O Deus que fala em (Malaquias 3:10), é o mesmo que diz em (Malaquias 2:16) “... Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel...” e quase não ouvimos falar deste assunto nas igrejas. Repetimos: não se faz aqui, apologia à AVAREZA, porque isso não é de Deus e os avarentos, diz a Bíblia, não herdarão o Seu Reino, podemos dar até tudo o que temos, por amor, ao Senhor e isto alegra o coração de Deus: como alegrou o coração de Jesus observar a viúva pobre que deu tudo o que tinha. O que é errado é a forma escandalosa e nada cristã, relativa às contribuições. O crente em Jesus dá com alegria e amor, até mais de 10%, se puder.


Mateus 23:23 “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! porque dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei, que são a justiça, a misericórdia e a fidelidade; estas coisas, porém, devíeis fazer sem omitirdes aquelas.”

Jesus, acima, está falando para os fariseus daquela época, não para a igreja, que até então, não havia sido totalmente formada com fundamentos da graça, o ministério de Cristo não havia ainda sido consumado. (o véu do templo não havia sido rasgado) , tanto que Jesus ordenou ao homem que era leproso para apresentar-se ao sacerdote e fazer oferta pela purificação, conforme a Lei (Lucas 5:14). Os conservadores do dízimo ainda dizem: O DÍZIMO é uma tradição que devemos manter para não transgredir. O mesmo argumento utilizaram para Jesus em relação ao Sábado (Marcos 2:24) e o Lavar as mãos antes de comer (Mateus 15:2). Porque o Sábado fazia parte da Torá (lei judaica) e o Lavar as mãos fazia parte da Halaká (comportamento judaico). Veja o que o dinheiro faz, a ponto de esquecerem que, tanto o Dízimo como o Sábado e o Lavar as mãos eram tradições judaicas e não gentílicas. O DÏZIMO passou a ser a única tradição judaica que o Sistema Religioso vem mantendo até hoje no seio da Igreja gentílica. Não é um absurdo??? Fazem uma lavagem cerebral religiosa porque o dízimo é a galinha dos ovos de ouro para muitos: é a única tradição que traz estabilidade financeira, mas não para Deus, porque Ele de nada necessita, pois é o dono de todas as coisas. Nem tampouco é servido por mãos humanas, (Atos 17:25). Infelizmente, muitas igrejas têm se tornado bem parecidas com a Antiga Igreja Romana, que usava as indulgências como fonte de lucro, induzindo os fiéis a contribuírem por medo da maldição, a comprarem sua salvação do Inferno e do Purgatório. Se um crente amaldiçoado pelo falta do seu dízimo, é ladrão, como pode estar liberto? Isto nos faz julgar o irmão e afirmar que o sacrifício de Cristo não foi suficiente na sua vida, como faz a Igreja Romana.

A lei da generosidade

Se, sob a dispensação do Antigo Testamento, os privilégios religiosos exigiam a décima parte das rendas de uma pessoa, com vistas à manutenção da adoração e do sistema religioso, e também para beneficio dos pobres, muito mais deveria ser nosso privilégio, em Cristo, afetarmos o bolso e a conta bancária. Minha posição, pois, é que o crente deve dar mais do que o dizimo. Quanto maior for à espiritualidade de um crente, maior será a sua liberalidade para com o dinheiro com que contribui para a causa do evangelho, ou com que alivia as necessidades das pessoas ao seu redor. Se gastarmos alguns minutos lendo os capitulos oitavo e nono de 11 Coríntios, veremos ali a promoção do principio cristão da generosidade. Isso é encorajado mediante a certeza de que Deus vê quem com generosidade, mostrando-se ainda mais generoso para com aqueles que agem dessa maneira. O resultado será que os crentes que assim fazem de nada terão necessidade, pois o banco celestial tem imensas fortunas ali entesouradas. Esses fundos são postos à disposição dos generosos, e não à disposição dos que só dão com parcimônia. Se alguém semear com parcimônia, colherá parcimoniosamente; e se alguém semear com abundância colherá abundantemente (ver 11 Cor. 9:6). Deus ama o homem que dá com generosidade (11 Cor. 9:7).


A minha própria opinião é de que a questão deve ser resolvida com base no senso de responsabilidade de cada um e não com base em alguma legislação. 

O filme mostra de forma autentica a vida do protestante martinho lutero. Dentre varios erros que a igreja catolica cometera lutero protestava contra a venda de indulgecias, ou seja as pessoas pagavam pelas bençãos de Deus, aquilo que Deus havia dado de graça, como a Salvação.

4 comentários:

CESAR ALONSO CARRERA disse...

BOM DIA. A PAZ DO SENHOR.
GLORIAS A DEUS. LI ESTE ESTUDO E DE FATO É TAMBÉM A MINHA OPINIÃO. SÓ NÃO CONSIGO ENTENDER É A RAZÃO ABSURDA DE PASTORES QUE SE DIZEM "UNGIDOS E CHAMADOS A PREGAR A PALAVRA DE DEUS" SE PRESTAM A ESTA PRATICA DE ENSINO NO QUAL CAUSAM A NÓS OVELHAS DEPOIS DE TERMOS NOSSOS OLHOS E ENTENDIMENO ABERTO POR DEUS MESMO COMO DIZ EM Daniel 12, 10
Muitos se purificarão, e se embranquecerão, e serão acrisolados; mas os ímpios procederão impiamente; e nenhum deles entenderá; mas os sábios entenderão. FICAMOS SEM SABER MAIS EM QUEM CONFIAR COMO DIZ A PALAVRA MALDITO O HOMEM QUE CONFIA NO HOMEM, QUE DEUS TENHA MISERICÓRDIA E QUE OS QUE SE DIZEM PREGADORES MUDEM ESTA PRATICA E QUE AS OVELHAS SEJAM SABIAS NA PALAVRA E DEIXEM DESTA PRATICA E OFERTEM AJUDEM OS POBRES E OS NECESSITADOS POIS ESTE É O QUE DEUS SE AGRADA NO NOVO TESTAMENTO.
ABRAÇOS.
CESAR ALONSO CARRERA

claudemir disse...

conforme compilado no artigo em pauta, fica claro segundo a referencia usada no artigo de Gn 14, onde fala do patriarca Abraão em ter dizimado dos despojos a Melquisedeque, se entende claramente,que no A.T é apresentado dois tipos de dizimo o dizimo da lei, o da obrigação que vei muito após Abraão, e 2ºo dizimo da fé oferecido a Melquisedeque por Abraão antes ainda da existência da lei....a palavra de Deus não é de pessoal interpletação, éo unico livro que meditamos,lemos e o seu autor esta com o leitor.... então leiamos e oramos, mas não procuramos interpletalo com a mente humana e natural....

Cesar Alonso Carrera disse...

OS 3 PASSOS PARA
DESMISTIFICAR O DÍZIMO
Todo CRISTÃO deve saber que deve fazer o que a BÍBLIA manda, e deixar de fazer o que ela proíbe. Se não sabe, pelo menos deveria saber que a BÍBLIA e somente a BÍBLIA é a nossa regra de FÉ e pratica.
Sendo assim, vejamos:
1-A bíblia manda entregar o dízimo?
Sim, segundo Malaquias 3:10, ela manda que os dízimos sejam entregues na Casa do Tesouro.
2-Onde é a Casa do Tesouro?
No contexto de Malaquias, Casa do Tesouro era um local específico no templo de Jerusalém, onde os judeus entregavam parte de suas produções.
3-Atualmente a Casa do Tesouro foi substituída pelas contas bancárias das igrejas-instituições?
Não. Segundo as escrituras não há textos que permitem, autorizem ou legitimem esse tipo de adaptação do texto de Malaquias, consequentemente não há para o cristão a obrigação de entregar 10% de seus recursos na sua igreja, visto que devemos somente fazer o que a Bíblia manda.
E se a Bíblia não manda, então ninguém pode impor aos cristãos uma obrigação extra-bíblica!
No novo testamento encontramos textos demonstrando recolhimento de ofertas para manutenção da obra de Deus, especialmente ofertas para missões, contudo ofertas são voluntárias (sem obrigação) e não há uma porcentagem pré-determinada para elas. Pode ser mais que 10% ou menos que 10%.
Portanto o cristão pode e deve exercitar sua generosidade e desapego material ofertando voluntariamente e com alegria onde sentir vontade, mas não pode e não deve fazer isso obedecendo a uma falsa obrigação bíblica de entregar o dízimo na igreja, sendo que tal pessoa inclusive algumas vezes recebe ameaças como se fossem conselhos dizendo que ela será destruída na área financeira, caso não doe 10% de seus recursos na igreja.
Por uma ausência óbvia de texto bíblico a Casa do Tesouro descrita em Malaquias 3:10 não é o cofre ou conta bancária da igreja, no caso daquelas instituições devidamente registradas, nem tão pouco é o bolso do pastor, no caso daquelas instituições irregulares, onde não há pessoa jurídica e o patrimônio da igreja se confunde com o patrimônio do pastor.
Não sei como você que está lendo esse texto irá processar essa informação, mas essa é a verdade e tenho o Senhor como testemunha dela. Essa sim é a Palavra de Deus que devemos obediência, o resto é tradição humana, sendo que a tradição não pode sobrepujar a Palavra.
Além disso, se você foi convencido pelo Espírito Santo à luz das escrituras de que essa é a verdade, a qual as muitas instituições chamadas de igrejas não querem que os cristãos saibam, então divulgue essa mensagem!
ESTA NA PALAVRA DE DEUS A BÍBLIA
REPASSE AOS PASTORES E PREGADORES
JESUS ESTA VOLTANDO
Cesar Alonso Carrera – email. alonsocarrera@hotmail.com

Cesar Alonso Carrera disse...

A PAZ DO SENHOR A TODOS. Uma perguntinha BÁSICA mais que faria grande efeito no meio EVANGÉLICO E CRISTÃO. E também uma CURIOSIDADE nossa os CRISTÃOS. Quantos pastores ou líderes das inúmeras organizações religiosas denominacionais que existem e que são criadas semana após semana se disporiam a "trabalhar na obra"(sic) se não houvesse a imensa motivação derivada do DÍZIMO? Respondam PREGADORES, e até mesmo irmãos que defendem o FALSO DÍZIMO, como sendo A SALVAÇÃO DO MINISTÉRIO, SALVAÇÃO DA IGREJA, SALVAÇÃO DAS CONTAS, e muito mais. Vou aguardar para ver se haverá um PREGADOR atual que usa desta PRATICA que venha a público, dar a sua versão. DUVIDO. Meu email: alonsocarrera@hotmail.com

Minhas Postagens

... A BÍBLIA É O FENÔMENO EXPLICÁVEL APENAS DE UM MODO – ELA É A PALAVRA DE DEUS...

... A BÍBLIA É O FENÔMENO EXPLICÁVEL APENAS DE UM MODO – ELA É A PALAVRA DE DEUS...
O fato de que Deus nos deu a Bíblia é evidencia e exemplo de seu amor por nos, nos ensinando a manter um relacionamento correto com Deus, mas como podemos ter evidencias de que a Bíblia é mesmo a palavra infalível de Deus e não simplesmente um bom livro? O que é único na Bíblia que a separa dos demais livros escritos até hoje? A Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, divinamente inspirada, e totalmente suficiente para todas as questões de fé e prática. Não pode haver duvidas sobre a veracidade bíblica. Ela não é um livro que um homem escreveria se pudesse, ou que poderia escrever se quisesse.

QUE TEMPO CURTO!

QUE  TEMPO CURTO!
Se for ensinar, haja dedicação ao ensino (Rm 12.7b). Quase todos nós já passamos pela experiência de ver um professor da Escola Dominical ser surpreendido pelo soar do sinal anunciando o término da aula. Muitos são os professores e alunos que vivem se queixando do pouco tempo reservado para o estudo em classe. Alguns professores chegam dizer, frustrados, que a aula terminou exatamente quando começava a tratar da melhor parte do seu conteúdo. A questão não é falta de tempo e sim de planejamento. Quando não há planejamento da aula, não importa o tempo a ela reservado, tudo sairá atabalhoadamente dando a impressão de que está faltando algo. Quando existe planejamento, mesmo que o tempo seja curto, haverá produtividade e satisfação na aula dada. O problema não é o tempo, reafirmo, mas o planejamento. O planejamento de uma aula para a Escola Dominical deve levar em consideração vários fatores.

Alguém precisa fazer algo!

Alguém precisa fazer algo!
JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40.Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.

DICAS PARA UMA LEITURA PROVEITOSA.

DICAS PARA UMA LEITURA PROVEITOSA.
. Então, aí vai dez dicas para ler sem esquecer, a primeira vista, muitas podem parecer óbvias. Mas não as subestime. Não é sempre que a gente enxerga o óbvio. 1- Não leia cansado nem ansioso. Se for o caso, faça exercícios de respiração antes de começar a leitura. O estresse é o inimigo número um da concentração e, em consequência, da memorização. 2- Tenha vontade de aprender o que será lido. 3- Se não tiver vontade de antemão, procure criar interesse pelo assunto. A curiosidade é a mola da humanidade. 4- Sublinhe as palavras mais importantes e as frases que expressem melhor a idéia central. 5- Analise as informações e crie relação entre elas, seja nas linhas de cima ou com tudo o que você aprendeu na vida, trazendo-as para o seu mundo. A associação de idéias é fundamental. 6- Leve sempre em conta coisas como: 1- Grau de dificuldade do texto (ler um gibi não é o mesmo que ler sobre filosofia). 2- Objetivo (Só querer agradar alguém, e mais nada, não é o melhor caminho para gravar uma informação. 3- Necessidade (querer ler é bem diferente de depender disso). 7- Faça perguntas ao texto e busque respostas nele. 8- Repita sempre, desde ler de novo até contar para laguém o que você leu. 9- Faça uma síntese mental. Organizar bem as idéias já é meio caminho andado. 10- A memória prefere imagens a palavras ou sons. Por isso, tente criar uma história com aquilo que está lendo, com cenas coloridas e movimentadas. Sammy Pulver comentou muito bem a sensação de quem descobriu e está experimentando os prazeres de uma boa leitura: Na vida nos ensinam a amar, a sorrir, a andar, a lutar, mas quando abrimos um livro, descobrimos que também podemos voar.