quarta-feira, 25 de abril de 2012

A verdadeira Adoração


Cantores, compositores e gravadoras, em sua maioria, têm priorizado o sucesso e o dinheiro. São poucos os que estão dispostos a abrir mão de algumas vantagens para agradar ao Senhor Jesus. Mesmo assim, insisto: nossos hinos de louvor precisam ter propósitos nobres. E os melhores exemplos quanto a letras que, de fato, glorificam a Deus pelos seus feitos estão no livro de Salmos, o único hinário canónico; isto é, que tem o selo da inspiração divina especial. A Harpa Cristã, o Cantor Cristão e outros hinários tradicionais contêm belos hinos, produtos da inspiração divina comum, mas não são canónicos.
Boa parte dos salmos bíblicos começa com mandamentos como "Louvai" e "Cantai", estimulando-nos a priorizar o louvor ao Senhor. Se tomarmos como base esse livro bíblico, a maioria dos nossos hinos deveria ser de enaltecimento ao nome do Senhor. O propósito primário dos cânticos, em um culto a Deus, deve ser enaltecer o Senhor pelos seus atos poderosos.
Quanto à Harpa Cristã (hinário oficial das Assembleias de Deus, editado pela CPAD), a despeito de não ser perfeita, procura não divergir das características dos Salmos. A maioria das suas composições — de autoria de homens piedosos, como Gunnar Vingren, Samuel Nyström, Paulo Leivas Macalão, O. S. Boyer, Emílio Conde e José Pimentel de Carvalho — é de louvor a Deus. Mas ela também apresenta alguns hinos con­tendo mensagens inspirativas para os servos de Deus, como esta: "Não desanimes, Deus proverá; Deus velará por ti; sob suas asas te acolherá; Deus velará por ti. Deus cuidará de ti, no teu viver, no teu sofrer. Seu olhar te acompanhará; Deus velará por ti".
Sempre existiram hinos com mensagens animadoras, confortantes para o crente, os quais não priorizam as palavras de louvor dirigidas a Deus. Diante desse fato, até que ponto é errado dirigir-se aos crentes com palavras motivadoras, em vez de louvar a Deus pelos seus feitos? Errado não é. O pro­blema está no excesso de composições com letras direciona-das aos crentes, e também nas heresias e incongruências que podem estar contidas nessa modalidade de composição, caso o compositor não seja um verdadeiro adorador. Não há problema algum em uma parle dos hinos evangé­licos conterem mensagens inspiradoras, em que se menciona o cuidado de Deus para com os seus servos fiéis. Mas o que é preocupante é o fato de a maioria das composições evan­gélicas da atualidade não pertencer à modalidade louvor e adoração. Quase todas são mensagens para crente. estão priorizando a autoajuda, o triunfalismo e também o revanchismo (senti­mento de vingança).
O louvor abaixo expressa uma verdadeira adoração, deveria ser cantado em nossas igrejas. Observe a letra:
Deus grandioso ser jamais criado principio e fim não 
delimitam tua história, excelso espírito, supremo e iluminado,
pai excelente, santo e puro em áurea glória.

Como explicar-te a criatura que é tão breve, que esculturas- te
da poeira esquecida, mais adorar-te é o que se pode e o que 
se deve, na gratidão de quem do nada deste á vida.
No principio, era o verbo e o verbo era sublime parte de ti 
mesmo que fluía, e quando alçaste pelo cosmo a grande
esfera, traçaste o plano da perfeita harmonia.
Deus na apoteose da verdade, á via láctea estendeste no 
espaço, e aos turbilhões constelações de eternidade, tu
colocaste em ordamento os teus passos.



referencias: Niterói, agosto de 2009; Ciro Sanches Zibordi, pastor-Erros que os Adoradores Devem Evitar

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Carta as sete igrejas (Coisas que são; Ap 2-3); Carta a Éfeso.


Ø IMPORTÂNCIA DESSAS CARTAS
Os dois capítulos que consiste de cartas enviadas por Cristo às sete igrejas da Ásia menor, ocupam cerca de um oitavo do volume do Livro inteiro, fornecendo-nos muitas, excelentes e profundas instruções. Devido à importância que esses capítulos têm, dentro deste livro, e devido ao espaço que ocupa não deveria ser examinados superficialmente, por mera curiosidade acerca do futuro.
Ø IMPORTÂNCIA E SEUS ENSINAMENTOS MORAIS
O evangelho tem seus imperativos morais. Não pode haver mesmo salvação sem a transformação moral, conforme é claramente ensinada no NT. Nada menos de oito livros do N.T foram escritos contra a falsa mensagem dos gnósticos, que não continha imperativo moral. De fato sem a santificação ninguém vera a Deus (Hb 12.14). As cartas destinadas às setes igrejas nos mostram as exigências morais do discipulado cristão.
Elementos comuns nas sete cartas. Cada uma dessas missivas contém os seguintes elementos:
1)       A ordem de escrever, ao anjo de cada assembléia local.
2)     Algum titulo subliminar do Senhor Jesus Cristo, dotado de significado particular, com elementos instrutivos, importantes para a igreja local para a qual foi escrita a carta em questão.
3)     Um recado direto ao anjo da igreja, com as palavras “conheço as tuas obras”, o que lhe assegura que Cristo vigia e se preocupa com o conhecimento completo acerca das condições de cada comunidade local.
4)     Promessas aos vencedores; advertências aos seus membros por indiferentes, ou que caem em algum erro especifico, do qual se recusam a recuperação
5)     O solene refrão: “Quem tiver ouvidos para ouvir, que ouça”. Isso tenciona a fixar a atenção sobre o que é dito, para que se dê plena obediência à instrução assim transmitida.
6)     É o espírito quem profere as palavras de cada carta; pelo que não se trata de meras mensagens humanas.
7)      Cada uma delas envolve uma mensagem profética, que se adapta a um período especial da historia da igreja.
Porque razões são salientadas sete igrejas locais em particular? Na Ásia Menor, havia cidades e igrejas mais importantes nos dias do vidente João, do que algumas das que são aqui alistadas? Por que o autor sagrado selecionou essas sete, excluindo as outras?
ü  É possível que não tenha havido qualquer razão especifica. Ou então foram escolhidas porque, dentro da ordem e que foram mencionadas, começando e retornando a Éfeso, como que, no mapa, fica formando um círculo geográfico, pelo que elas representariam a igreja inteira. Seriam elas o circulo perfeito da igreja por assim dizer.  O Espírito Santo orientou nessa escolha, porque as condições ali existentes eram particularmente instrutivas para todas as épocas, ao passo que outra espécie de condições não seria tão universais e impressionantes. O próprio numero sete sugere perfeição. Trata-se de uma perfeita e completa mensagem de Cristo as suas igrejas. 
Em todas as sete cartas segue-se essa estrutura:
ü Atributos de Cristo elogios á igreja
ü Estado espiritual da igreja
ü Advertência
ü Sentença
ü Promessa ao vencedor

I.                 ATRIBUTOS DE CRISTO
“Isto diz aquele que tem as sete estrelas na sua destra...”Vs. 1
1.        As sete estrelas são os sete anjos. O símbolo em que Cristo segura-as em sua mão nos sugere o seguinte, Cristo:
a)     Cristo protege às igrejas
b)     Guia-as e controla-as
c)      Usa-as em seu serviço
2.       Portanto, tanto anjos como as próprias igrejas locais estão inteiramente sujeitas a Cristo, servindo de instrumentos do poder e da gloria do Senhor. Observe que as estrelas estão na mão e não nos dedo, pois não são meros elementos decorativos.
...”Que anda no meio dos sete candeeiros de ouro”. Vs. 1
1.        Notemos que em Ap 1.20, os sete candeeiros são as sete igrejas. Portanto, uma vez mais, a descrição de Cristo, no tocante a Éfeso, também se aplica às cartas enviadas a todas as sete igrejas, - o que equivale dizer que essa primeira carta seve de introdução para todas as demais.
2.       O fato que Cristo andava entre os candeeiros simboliza as seguintes verdades:
a)     A presença de Cristo e de seu poder, na Igreja, o que tanto se verificou na era apostólica.
b)     Sua cuidadosa vigilância sobre essa época e todas as épocas da igreja, conhecendo suas fortalezas e fraquezas.
c)      Esse andar é judicial. Cristo não está satisfeito com a condição da igreja e terá de baixar juízo, se não houver arrependimento
d)     Sem a presença de Cristo, a igreja é apenas uma pilha de pedras, freqüentada por não espirituais. Mas com sua presença, a igreja se torna um templo vivo para habitação do próprio Deus.
e)     O fato que Cristo anda entre os candeeiro é o cumprimento de sua promessa (Mt 28.20).
II.             ELOGIOS Á IGREJA

1.        Éfeso: nos dias de Paulo era a maior cidade da província romana da Ásia. Plínio a chamava de a luz da Ásia. Fica na costa ocidental  do que atualmente se chama Turquia Asiática. No tempo dos apóstolos havia uma magnificente estrada de vinte e um metros de largura, ladeadas por colunas, que atravessava a cidade até ao porto. Esse porto era importante centro de exportação e importação, no fim da rota de caravanas vindas da Ásia, sendo uma escala natural para quem viajasse do continente asiático até a capital do império Romano.  
2.       No ano de 560 A.C., Éfeso foi conquistada pelo rei Croeso. No ano de 557 A.C. foi conquistada pelos Persas. Em 133 A.C. tornou-se parte do império de Atalo II, que então doou a Roma.
3.       Éfeso era um centro religioso, tanto quanto comercial e político. O templo de Diana, erigido antes de 356 A.C., mas restaurado naquele ano, após ter sido destruído por um insendio , figurava como uma das maravilhas do mundo antigo, até que, finalmente , foi destruído pelos godos, em 260 D.C. Esse templo continha a imagem de Diana , a qual, mui provavelmente , era apenas um meteorito que foi esculpido para formar tal imagem. Isso explica sua suposta origem celestial.
4.        A fé Cristã chegou a Éfeso em 52 D.C. Paulo esteve ali, durante sua segunda viagem missionária; e então permaneceu mais tarde ali, por cerca de três anos, a mais longa permanência de Paulo em um lugar só, durante todas as suas viagens missionárias. O cristianismo fez de Éfeso um de seus centros mais poderosos.    
“... Conheço as tuas obras...”. Vs 2
a)     É salientada assim a onisciência de Cristo.
b)     O interesse de Cristo por sua Igreja é focalizado, porque ele conhece as suas condições, a fim de louvar ou repreender a mesma.
c)      As obras que Cristo conhece representam as condições espirituais em geral da igreja, e não apenas  aquilo que chamamos de serviço ativo. A palavra obra neste caso indica o caráter geral, a natureza da pessoa que age, mas também aquilo que ela faz. O termo geral, obras é desdobrado nestes mesmos versículos, para que tenha os seguintes significados:
ü  Labor (serviço ativo, prestado sob pressão).
ü  Paciência (resistência nesse labor, e sob as perseguições).
ü  Ódio e oposição ao mal e aos atos malignos, de homens que pervertem o evangelho e promovem a impiedade em nome de Cristo.
ü  Cristo que é o Senhor vê através de todos os disfarces e pretensões, apresentando autentica avaliação da condição de cada individuo, bem como a condição geral de cada assembléia local.
d)     Ele não vê o que esperamos ser, nem o que temos feito, nem o que pensamos que podemos fazer, e, sim, as nossas condições reais o nosso caráter. O seu poder, que tudo vê e tudo sabe , é, ao mesmo tempo, uma ameaça e um conforto. É uma ameaça aos hipócritas e pretensiosos; é uma ameaça para aqueles que brincam com a fé religiosa. Mas é um conforto aos fieis, que são perseguidos e desprezados por outros, dentro ou fora da igreja.
e)     Nossas tristezas, que talvez não possamos relatar, nossas tribulações, os ais e as dores que jazem ocultas em nossas almas, nossas fraquezas e nossas lutas intimas, nossos temores e duvidas ocultos, nossa honestidade quanto as coisas que outros  censuram  e criticam, nossos verdadeiros motivos e esforços, que os outros não entendem, tudo é conhecido por nosso amoroso Salvador, o qual pode ser tocado  com o senso de nossa debilidade, ordenado-nos que tenhamos bom animo, porque a sua graça nos será suficiente.
“... e o teu trabalho...” Vs 2.
a)     No grego temos o vocábulo Kopos, que indica labor até à exaustão, trabalhar arduamente, luta.
b)     O labor aqui mencionado, no caso da igreja de Éfeso, alude particularmente aos trabalhos daqueles crentes no evangelho, o qual tomou conta de todos os crentes de civilizações então conhecidos
“... perseverança...” Vs 2
a)     Não se trata de simplesmente de paciência, mas de Constância sob situações adversas, fidelidade sob perseguições, o termo grego upomone, resistência, permanência Constancia.
b)     A igreja da era apostólica foi tremendamente perseguida. O livro de Atos deixa isso bem claro. Mas aquela igreja tinha resistência em meio as aflições que lhes foram impostas, pelas autoridades civis e religiosas. As dificuldades daqueles crentes não os levaram a perder a coragem ou a negar a própria Fé. Eles suportaram a labuta firmemente sem se esmorecer.
“sei que não podes suportar os maus...”Vs.2
a)     Aqueles crentes podiam suportar condições e testes difíceis, mas se recusavam a mostrar tolerância em favor de homens que tentavam mudar a natureza moral da igreja, tirando do evangelho o seu imperativo moral. Esses homens maus, mui provavelmente são os nicolaítas, mencionado no sexto versículos deste capitulo. Não há de duvidar que houvesse boa variedade de falsos apóstolos e de falsos mestres, que serviam de praga para a igreja apostólica.
“E tens perseverança e por amor do meu nome sofreste, e não desfaleceste.”Vs. 3.
b)     Tudo suportavam porque se apegavam a Cristo como seu Senhor e Salvado ele o único Rei que tem  o direito ser adorado

III.         ESTADO ESPIRITUAL DA IGREJA

“Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.”V.4

Nunca teríamos imaginado que uma comunidade cristão que acabara de ser descrita como leal nas perseguições sofridas e nos labores, prodigiosa em suas obras opositora da malignidade, também poderia aparecer como quem abandonara o seu primeiro amor a Cristo. Por conseguinte, temos de supor uma das seguintes possibilidades:
a)     A perda do amor, por parte deles, ainda começara a modificar a conduta deles; mas, sem duvidas começaria a fazê-lo em breve, e isso de maneira necessária.
b)     Continuaria a ter amor por Cristo embora não tão grande como antes, e nem tão espontâneo.
c)      Todas as ações cristãs, bem como o exercício de todos os dons espirituais, devem ser motivadas pelo amor, deste recebendo o impulso. Em caso contrario, o valor de todas essas manifestações deve ser posto em duvida (ICo 13).
“... contra ti...” observe que a condenação se segue ao elogio. Isso faz parte de uma avaliação honesta. Precisamos de ambos os elementos. Se criticarmos aos outros, mas também os elogiamos pelo que de bom há neles, as nossas criticas se mostrarão carregadas de um poder que transforma os homens para o melhor. Porém, se tão somente criticarmos os nossos semelhantes, ignorando qualquer coisa boa que há neles, poderemos apenas feridos, piorando o estado deles e adicionando opróbrio a quaisquer vícios que porventura tenham. Por outro lado, se não fizermos outra coisa senão elogiá-los, então eles ficarão estragados e minados, tendo uma idéia falsa sobre aquilo que realmente são nada vendo que deva ser modificado, ao passo que, na vida de qualquer individuo, sempre haverá coisas que precisam de modificações e aprimoramento.
“... abandonastes...”
a)     No grego é aphekas, partir, ir-se embora, relaxar, dispensar. Essa mesma palavra era usada para indicar o repúdio ou divórcio. Os crentes Efésios tinham-se divorciado do seu primeiro e nobre amor emocional. Contudo, o amor verdadeiro é mais do que emoção. Antes, é um dos aspectos do fruto do Espírito (Gl 5.22); ou seja, é um produto desenvolvimento espiritual, sendo esse o solo onde medram todas as demais virtudes espirituais. Os labores dos efésios ainda não tinham se diluído; não se tinham ainda divorciado de seus labores prodigiosos, e nem de sua lealdade Cristo, embora sob a perseguição. No entanto, em seus corações, já se tinha divorciado daquela devoção a Cristo que é a real base de todo o trabalho e lealdade cristãos, e que é um autentico poder espiritual.
“pois limite de pedra não pode conter ao amor,
E o que o amor pode fazer, isso ousa tentar.” (Romeu e Julieta, Shakespeare).
“As muitas águas não poderia apagar o amor, nem os rios afogá-los...” (Cantares 8.7)
“O amor concede em um momento
O que o labor dificilmente obtêm em um século. ”(Torquanto Tasso, Goethe)
b)     Os estóicos definem o amor como a tentativa de estabelecer uma amizade inspirada pela beleza. (Cicero).
c)      O divorcio produzido pelo amor que enfraquece, finalmente leva uma comunidade cristã á condição morna e sem interesse espiritual que caracterizava a igreja de Laldiceia. Isso termina em total apostasia. Quão importante, pois, é a devoção a Cristo, inspirada pelo ministério do Espírito Santo em nossas vidas. Jesus garantiu que nos últimos dias o amor de muitos se esfriaria (Mt 24.12).
d)     Temos aqui o clamor lamentável do noivo, a relembrar os primeiros dias do amor de sua noiva, a gentileza de sua juventude, o amor de seus esposórios...
IV.          ADVERTÊNCIA
“Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras...”Vs.5
...lembra-te... 
a)     Exortação à memória piedosa acerca dos dias anteriores , quanto a devoção intensa a Cristo era a força motivadora de uma vida piedosa e de um imenso serviço. Notemos a progresso: relembrar-se, arrepender-se, e praticar, os elos dourados da restauração e do progresso de igreja.
b)     A verdadeira piedade põe em ação todas as nossas faculdades. Um dos poderes humanos consiste de olharmos para trás, revivendo os acontecimentos e curso da nossa vida, através da memória. E essa capacidade é a primeira coisa que precisa ser posta em ação, para curar a decadência da vida e do fervor religiosos. As pessoas precisam pensar em seu passado, comparando aquilo que seja posto lado a lado com o presente.
“a percepção de que tem havido declínio, a admissão de que tem havido um lapso, é o primeiro passo de volta ao estado original” (João Bunyan, Graça Abundante).
“... de onde caístes...” consideremos estes pontos:
a)     Aqueles crentes tinham caído de sua primeira ardente devoção a Cristo.
b)     Tinham caído de maiores elevações espirituais.
c)      Tinham caído do serviço motivado pelo principio do amor.
d)     Tinham caído apesar de sua ortodoxia.
e)     Tinha caído a despeito de continuarem a defender a verdade.
f)       Tinham caído apesar de seus labores prodigiosos.
g)     Tinham caído apesar de sua lealdade as perseguições.
Percebe-se, através de tais fatos, quão grandes coisas o Senhor espera de nós, e quão profunda pode ser a nossa espiritualidade, embora, ainda assim, possamos ser descritos como quem caiu.
“... arrepende-te...”
a)     O termo grego matanoeo, mudança de mente.
A natureza do arrependimento
a)     Nas paginas do NT., ele se adquire muito mais o sentido de mudança de alma , o que se evidencia por meio de atitudes e ações novas.
b)     O arrependimento reconhece a natureza prejudicial do pecado, e se rebela contra o mesmo. A alma passa a odiar o pecado, embora não possa livrar-se totalmente dele, senão por ocasião da parousia.
c)      O arrependimento é concedido por Deus (At 11.18); torna-se realidade por operação do Espírito (Zc 12.10), e veio a lume através da missão de Cristo (Mt 9.13)
d)     É uma reação humana, pois os homens são convocados a se arrependerem (At 17.30)
e)     O arrependimento nos leva a vida eterna, pois a convocação resulta na santificação, e a santificação resulta na glorificação e na salvação final (IITes 2.13).
f)       O arrependimento não consiste de mera tristeza, mas o verdadeiro arrependimento consiste da mudança de alma.
“... Pratica as primeiras obras...”
ü  As primeiras obras não são novas e diferentes modalidades de ações; antes são as mesmas obras, mas motivadas pelo amor original, de tal maneira que até parecem novas obras

V.              SENTENÇA
“... E se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro...”

a)     É um fato histórico que o testemunho cristão, antes  tão poderoso em Éfeso, desapareceu. O candeeiro é a igreja e o testemunho da igreja. A igreja crista foi removida de Éfeso, juntamente com ela seu testemunho cristão. Éfeso foi à capital da igreja no mundo gentílico. Seu candeeiro foi removido do seu lugar por séculos.


VI.          PROMESSA AO VENCEDOR

“... Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus...”
a)     A promessa leva-nos a voltar ao jardim do Éden, e assegura que aquilo que foi espiritualmente perdido através do pecado , pode  ser recuperado em Cristo, e de fato , e será recuperado por todos os vencedores. A questão do comer é simbólico e aponta, apontando para a obtenção da vida eterna e da nutrição espiritual, com satisfação de toda a necessidade. Comparemos com o comer do pão da vida, em João 6.48. Aquele se alimenta deste pão, assume a própria forma de vida e a própria natureza do filho, porquanto seus efeitos alimentares são transformadores. Isso, naturalmente, envolve muito mais que a restauração do que se perdera no Édem. Obteremos certa forma da imortalidade, aquele tipo de vida que possui o próprio Deus pai. Naturalmente, não há neste ponto qualquer alusão a alguma árvore literal. Essa árvore simboliza a transmissão da vida eterna aos homens (João 3.15). Nos capítulos 21 e 22 deste livro, é descrito o novo paraíso. Portanto, neste ponto, nos é assegurado que, nesse novo paraíso, na qualidade de cidadãos do mundo eterno e celestial, teremos uma imensa vida espiritual, a própria vida independente e necessária, a vida que tem em si mesma a origem da vida, que não pode deixar de existir (João 5.25).
b)     Portanto, se Adão tornou-se um ser mortal, embora, antes do pecado fosse um imortal de baixa categoria, em Cristo, tornamo-nos imortais da mais elevada categoria, participantes da própria vida de Deus pai; assim sendo, seremos mais altos do que os próprios anjos, tal como o filho de Deus é muito mais elevado do que eles, os quais são referidos apenas como fumaça ou chamas, em comparação com Cristo (Hebreus 1.7; 1João 3.2).
Aqueles que evitassem as libertinagens dos Nicolaídas, eventualmente ficariam plenamente satisfeitos com a abundância da árvore da vida. Foi o madeiro da árvore da cruz que possibilitou a realidade da árvore da vida (Colossenses 1.20).

Referencias: R.N.Champlin-Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo.



sexta-feira, 6 de abril de 2012

Jesus acalma a tempestade (Mc 4. 38-41)


Jesus Cristo, o Servo de Deus, é Senhor sobre qualquer situação e conquistador de qualquer inimigo. Se crermos nele e seguimos suas ordens, não precisamos ter medo. A vitória é o tema principal desta longa seção. Marcos registra quatro milagres realizados por Jesus: VITÓRIA SOBRE O PERIGO (Me 4:35-41), VITÓRIA SOBRE DEMÔNIOS (Me 5:1-20), VITÓRIA SOBRE A ENFERMIDADE (Me 5:21-34) VITÓRIA SOBRE A MORTE (Me 5:35-43), e cada um deles anuncia até mesmo para nós hoje, a derrota do inimigo.

  • A TEMPESTADE QUE SOBREVEIO NO MAR DA GALILÉIA

1.        A expressão "Naquele dia" refere-se ao dia em que Jesus proferiu as "parábolas do reino". Sem dúvida, Jesus sabia que a tempestade estava a caminho e, por certo, poderia tê-Ia impedido. No entanto, permitiu que a tempestade viesse a fim de ensinar algumas lições a seus discípulos. Quando Jesus terminou de contar as "parábolas do reino" (Mt 13:1-52), é possível que os discípulos tenham se sentido verdadeiros alunos pós-graduados da Escola da Fé! Compreendiam mistérios obscuros aos escribas e rabinos e até aos profetas do Antigo Testamento. O que não perceberam (e como somos parecidos com eles!) é que antes de se tornar confiável, a deve ser testada. Uma coisa é aprender uma nova verdade espiritual, outra bem diferente é colocá-Ia em prática na vida diária.Satanás não se importa muito com o fato de aprendermos verdades bíblicas, desde que não vivamos de acordo com elas. A verdade que permanece na mente é apenas acadêmica e não chegará ao coração se não for praticada pela volição. "[Fazer], de coração, a vontade de Deus" - é isso o que Deus quer de seus filhos (Ef 6:6). Satanás sabe que a verdade acadêmica não é perigosa e que o grande perigo encontra-se na verdade ativa.  E agora lhes dá uma prova prática para ver quanto aprenderam. Afinal, ouvir a Palavra de Deus deve produzir fé (Rm 10:1 7), e a fé sempre deve ser testada. Não basta aprender uma lição ou ser capaz de repetir um ensinamento. Devemos também ser capazes de praticar essa lição pela fé, e esse é um dos motivos pelos quais Deus permite situações difíceis em nossa vida. Jesus sabia que uma tempestade se aproximava? Com certeza, pois fazia parte da programação de "aulas" daquele dia. Essa experiência ajudaria os discípulos a entender uma lição que nem sabiam que precisavam aprender: é possível confiar em Jesus durante as tempestades da vida. Muita gente acredita que as tempestades só aparecem quando desobedecemos a Deus, mas nem sempre é o caso

2.      Jesus de tarde possivelmente depois das seis horas segundo nos informa o texto grego οψιος ele entra no barco com seus discípulos este deve ter sido um barco de pesca, porque muito dos discípulos de Jesus eram pescadores. Joséfo relatou que normalmente havia mais de 300 barcos de pesca no mar da Galiléia.

3.      O mar da Galiléia é um lugar incomum. É relativamente pequeno aproximadamente 21 km de comprimento por 11 km de largura, mas tem cerca de 50 metros de profundidade fica a 225 metros abaixo do nível do mar mediterrâneo. O local goza de clima semi-tropical, e o ar quente ali produzido, ao chocar-se com o ar frio, proveniente dos montes próximos, com freqüência provoca tempestade violentas e súbitas formando-se violentas ondas chegando até seis metros e meio de altura, o que é comprovado nos evangelhos.

4.     Em Mateus somos informados que as ondas encobriam o barco, em marcos o barco estava sendo rapidamente cheio de águas

5.      O grego nos informa a magnitude da tempestade que sobreveio naquele dia
a)   Mateus usa o termo grego seismoV - grande abalo embora seja comum o fato de tempestade se levantar no mar da Galiléia quase sem avisar esta tempestade não é comum. As ondas são tão altas que o barco é escondido da visão.
b)   Marcos utiliza o termo grego: Λαιλαψ, furacão, vento tempestuos, ataque violento de vento, rajada de vento (com chuva ou neve), não uma simples rajada de vento nem uma brisa constante, mesmo que forte, mas uma tempestade com nuvens escuras que trazem trovoadas em vento furioso, com chuva em abundância, e lançando tudo em desordem

  • CONDIÇÕES DO DISCÍPULO (CINCO ATITUDES QUE INVALIDA NOSSO MILAGRE)

1.     Medo “... Por que temeis... Vss 26”
a)   Porque sois assim tão tímidos?
...? É notável que Jesus primeiro tenha censurado aos discípulos, e só depois ao mar, grego deiloi, covarde, medroso, tímido. O evangelista fala do temor covarde, que levou os discípulos a entrarem em pânico sob a pressão, o que mostra que ainda não tinham aprendido o suficiente sobre o grande Jesus. Eram temerosos e infiéis. A fé é a outorga da própria alma a Cristo, e não mera crença em um credo ortodoxo. O autor sagrado dá a entender que se tivessem exercido fé apropriada, desenvolvida pelas experiências e observações passadas, não teriam temido naquela ocasião, apesar da ferocidade da prova. Os discípulos viviam com Jesus, mas não o conheciam completamente. Não entendia que o poder dele podia intervir naquela situação. Jesus tem estado com seu povo há vinte séculos, e nós ainda subestimamos o poder que o Senhor tem para administrar as crises em nossa vida.

2.    Pouca fé “... homens de pouca fé... Vss 26
a.   oligopistoi; os de pequena fé. Esta palavra ocorre cinco vezes em Mateus e seis vezes no NT inteiro; Jesus a usa para repreender e corrigir os discípulos. Pouca fé revela ignorância, é ineficaz e cria grande perigo. Este sintoma de pequena fé revela uma doença espiritual que presume e age como se Deus não se importasse ou fosse ineficaz de dar sustento, a pessoa se comporta como se Deus não tivesse presente e atento
b.   Homens de pequena Fe? Jesus se surpreendeu ante aqueles homens que não demonstraram a mesma Fe em Deus que ele tinha, e mediante a qual vivia

3.    Murmúrio (acusaram Jesus de não se preocupar). “... Mestre, não se te dá que pereçamos? Mc 4. 38
a.     Os discípulos tornaram-se ateus ou Deistas temporais, e não teistas; supunha que o mestre e eles seriam repentinamente destruídos. Correram para Jesus com um clamor de acusação: < Como podes dormir assim, deixando-nos perecer?>
b.     Os discípulos entraram em pânico porque a tempestade ameaçava destruir a todos, enquanto Jesus parecia despreocupado e indiferente.
c.      O cristo que parece não se importar, na realidade é quem cuida supremamente do destino humano. O NT inteiro foi descrito para demonstrar esse fato

4.   Desespero. “... Mestre, Mestre, perecemos... Lc 8. 24
Havia pelo menos três bons motivos para que nenhum deles se sentisse perturbado, apesar de a situação parecer tão ameaçadora.
Ø Em primeiro lugar, tinham a promessa de Jesus de que chegariam ao outro lado (Mc 4:35). Sempre que o Senhor ordena que se faça algo, também capacita a obedecer, e nada impede que cumpra seus planos. Não prometeu uma viagem fácil, mas sim que chegariam à outra margem. . Essa palavra deveria ter animado e fortalecido os discípulos durante a tempestade, mas sua fé ainda era pequena (Mt 8:26).
Ø Em segundo lugar, Jesus estava com eles em pessoa, então por que ter medo? Já haviam visto seu poder demonstrado em vários milagres, de modo que deveriam confiar plenamente que Jesus seria capaz de lidar com aquela situação. Por algum motivo, os discípulos ainda não haviam entendido que Jesus era, de fato, o Senhor de todas as situações.
Ø Por fim, podiam ver que, mesmo em meio à tormenta, Jesus estava absolutamente tranqüilo. Esse fato, por si mesmo, deveria tê-Ios encorajado. Jesus fazia a vontade do Pai e sabia que Deus estava cuidando dele, então aproveitou para dormir

5.     Visão debilitada (Não viam solução para o problema)
a.      Haviam visto Jesus ensinar a Palavra e até mesmo realizar milagres, ainda assim, não tinham fé. Esse medo decorrente da incredulidade levou-os a questionar se Jesus, de fato, se importava. Os discípulos olharam ao redor e viram o perigo; olharam para dentro de si e viram o medo; mas não olharam para o alto pela fé, portanto, não viram Deus. A fé e o medo não podem coabitar no mesmo coração. Uma mulher disse a D. L. Moody: "Encontrei uma promessa maravilhosa!", e citou o Salmo 56:3: "Em me vindo o temor, hei de confiar em ti". "Permita-me dar-lhe uma promessa ainda melhor", disse Moody, e citou Isaías 12:2: "Eis que Deus é a minha salvação, confiarei e não temerei". Devemos ter cuidado com o "perverso coração de incredulidade" (Hb 3:12).


  • CONDIÇÕES DE JESUS (EM CONTRASTE COM OS DISCÍPULOS JESUS CONFIAVA INTEIRAMENTE NO PAI.)

1.      Ele estava cansado (prova de sua humanidade).
a.     Jesus dormia. Estava afadigado do trabalho do dia. Era um ser humano. Algumas vezes nos esquecemos disso, criando um Jesus docético, isto é, um Cristo divino que só parecia humano, mas não tinha quaisquer características humanas. A importância central da humanidade de Cristo é que assim como ele participou perfeitamente de nossa natureza, assim também, no plano de redenção, participaremos da natureza dele.


2.     Caiu no sono (sinal de confiança).
a.   Jesus dormia = o próprio Jesus dormia a fim de destacar o fato que, em meio à tão grande tufão, Jesus ficou tão calmo que nem acordou
b.     Travesseiro... Não é travesseiro de um leito, mas talvez o alcochoado de couro do piloto, ou o banco baixo posto a popa, onde o piloto ocasionalmente se assentava, e que fazia parte da própria embarcação
c.      Os discípulos ficaram amedrontados, mas Jesus não se abalou! Continuou dormindo, certo de que o Pai estava no controle (Si 89:8, 9). Jesus dormiu na tempestade porque sentia-se, verdadeiramente, seguro na vontade de Deus. "Em paz me deito e logo pego no sono, porque, SENHOR, só tu me fazes repousar seguro" (Si 4:8).

3.     Jesus reprovou a atitude de seus discípulos.
a.     Mas o Senhor não se ateve a acalmar os elementos naturais, pois o maior perigo não era o vento nem as ondas, mas sim a incredulidade do coração dos discípulos. Na verdade, sua incredulidade era mais perigosa que a tempestade!  Os maiores problemas humanos encontram-se dentro de cada um, não nas circunstâncias ao redor. Isso explica por que Jesus os repreendeu ternamente e os chamou de "homens de pequena fé

4.     Jesus repreendeu o vento e o mar.
a.     O termo "repreender" é usado nas ocasiões em que Jesus confrontou demônios (Lc 4:35, 41; 9:42). É possível que Satanás estivesse por trás dessa forte tempestade, tentando destruir Jesus ou, pelo menos, impedi- Ia de chegar ao homem endemoninhado em Gadara. Os discípulos foram reprovados nesse teste, pois não se apegaram à palavra de Jesus
b.     A palavra dita por Jesus produziu calmaria instantânea. Sua voz ainda pode ser ouvida por aqueles que escutam. Nenhuma força, até hoje, pode perturbar ou causar destruição , quando a alma da ouvidos à sua voz, e lhe obedece. Em sua voz esta a intervenção na vida humana e todos nós precisamos muito dessa intervenção
c.      potapoV; que tipo de pessoa é essa que a natureza lhe obedece ele é Jesus o filho de Deus. Esta resposta talvez feita subliminarmente é ecoada e validada pelas palavras da legião somente sete versículos adiante “Que tenho eu contigo, Jesus , filho do Deus altíssimo?”(Mc 5.7). Ele é o senhor Deus que tudo controla isso fica claro através do termo grego kurie; Senhor, os leitores de Mateus, lendo o evangelho depois da ressurreição de Jesus, sabiam que este titulo significava mais que “Senhor” respeitoso. O antigo testamento afirma que o mar obedece ao Senhor Deus (Jó 38. 8-11; Sl 65. 7; 89. 8,9; SL29).

 

Minhas Postagens

... A BÍBLIA É O FENÔMENO EXPLICÁVEL APENAS DE UM MODO – ELA É A PALAVRA DE DEUS...

... A BÍBLIA É O FENÔMENO EXPLICÁVEL APENAS DE UM MODO – ELA É A PALAVRA DE DEUS...
O fato de que Deus nos deu a Bíblia é evidencia e exemplo de seu amor por nos, nos ensinando a manter um relacionamento correto com Deus, mas como podemos ter evidencias de que a Bíblia é mesmo a palavra infalível de Deus e não simplesmente um bom livro? O que é único na Bíblia que a separa dos demais livros escritos até hoje? A Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, divinamente inspirada, e totalmente suficiente para todas as questões de fé e prática. Não pode haver duvidas sobre a veracidade bíblica. Ela não é um livro que um homem escreveria se pudesse, ou que poderia escrever se quisesse.

QUE TEMPO CURTO!

QUE  TEMPO CURTO!
Se for ensinar, haja dedicação ao ensino (Rm 12.7b). Quase todos nós já passamos pela experiência de ver um professor da Escola Dominical ser surpreendido pelo soar do sinal anunciando o término da aula. Muitos são os professores e alunos que vivem se queixando do pouco tempo reservado para o estudo em classe. Alguns professores chegam dizer, frustrados, que a aula terminou exatamente quando começava a tratar da melhor parte do seu conteúdo. A questão não é falta de tempo e sim de planejamento. Quando não há planejamento da aula, não importa o tempo a ela reservado, tudo sairá atabalhoadamente dando a impressão de que está faltando algo. Quando existe planejamento, mesmo que o tempo seja curto, haverá produtividade e satisfação na aula dada. O problema não é o tempo, reafirmo, mas o planejamento. O planejamento de uma aula para a Escola Dominical deve levar em consideração vários fatores.

Alguém precisa fazer algo!

Alguém precisa fazer algo!
JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40.Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.

DICAS PARA UMA LEITURA PROVEITOSA.

DICAS PARA UMA LEITURA PROVEITOSA.
. Então, aí vai dez dicas para ler sem esquecer, a primeira vista, muitas podem parecer óbvias. Mas não as subestime. Não é sempre que a gente enxerga o óbvio. 1- Não leia cansado nem ansioso. Se for o caso, faça exercícios de respiração antes de começar a leitura. O estresse é o inimigo número um da concentração e, em consequência, da memorização. 2- Tenha vontade de aprender o que será lido. 3- Se não tiver vontade de antemão, procure criar interesse pelo assunto. A curiosidade é a mola da humanidade. 4- Sublinhe as palavras mais importantes e as frases que expressem melhor a idéia central. 5- Analise as informações e crie relação entre elas, seja nas linhas de cima ou com tudo o que você aprendeu na vida, trazendo-as para o seu mundo. A associação de idéias é fundamental. 6- Leve sempre em conta coisas como: 1- Grau de dificuldade do texto (ler um gibi não é o mesmo que ler sobre filosofia). 2- Objetivo (Só querer agradar alguém, e mais nada, não é o melhor caminho para gravar uma informação. 3- Necessidade (querer ler é bem diferente de depender disso). 7- Faça perguntas ao texto e busque respostas nele. 8- Repita sempre, desde ler de novo até contar para laguém o que você leu. 9- Faça uma síntese mental. Organizar bem as idéias já é meio caminho andado. 10- A memória prefere imagens a palavras ou sons. Por isso, tente criar uma história com aquilo que está lendo, com cenas coloridas e movimentadas. Sammy Pulver comentou muito bem a sensação de quem descobriu e está experimentando os prazeres de uma boa leitura: Na vida nos ensinam a amar, a sorrir, a andar, a lutar, mas quando abrimos um livro, descobrimos que também podemos voar.