Apocalipse 1.4 diz: "... A vocês, graça e paz da parte daquele que é, que era e
que há de vir, dos sete espíritos que estão diante do seu trono".
QUEM SÃO OS SETE ESPÍRITOS?
ALGUMAS INTERPRETAÇÕES:
1.Muitos interprete acredita
que seja anjos. Os antigos criam que elevados poderes angelicais habitavam nos
planetas e estrelas, ou que seus corpos eram exatamente esses corpos celestes.
É possível que esses sete espíritos representem exaltados poderes cósmicos, que
estariam sujeitos ao controle de Cristo.
2.Alguns interpretes pensam
que esses sete espíritos são os mesmos
sete arcanjos das especulações judaicas, referidas em Eze 9.2, Tobias 12;15, I
Enoque 20: 1-8.
3.Outros pensam que os sete
espíritos fazem meras alusões místicas e simbólicas ao próprio Cristo. Esses
espíritos são os sete olhos do Cordeiro, ou seja, as sete formas básicas da revelação de Cristo no
mundo. O Cordeiro tem: sete chifres; sete olhos; esses são os sete espíritos de
Deus.
A IDÉIA MAIS PROVÁVEL:
Os sete espíritos Representam
a terceira Pessoa da Trindade (observe que o Pai e o Filho foram mencionados
antes, no v. 2) .
COMO PODERIA O ESPÍRITO SANTO SER REPRESENTADO
POR SETE, EM VEZ DE UM?
Bem, a primeira aparição do Espírito Santo em sete facetas ocorre
em Isaías 11.2:
1.O Espírito do SENHOR
repousará sobre ele [o
Messias],
2.O Espírito que dá sabedoria e entendimento
3.O Espírito que traz conselho
4.E poder
5.O Espírito que dá conhecimento
6.E temor
7.“Do SENHOR”.
NO simbolismo bíblico sete é o número da obra
perfeita de Deus (cf. Gn 2.2, 3), de modo que "o tronco de Jessé" (Is
11.1) será dotado do Espírito Santo ao iniciar seu ministério messiânico. Há
outra passagem em que ocorre a menção do Espírito em sete facetas, que é
Zacarias 3.9: "...
vejam a pedra que coloquei na frente de Josué! Ela tem sete pares de
olhos...". Nessa passagem há
perfeita supervisão, o cuidado providencial de Deus, o Espírito Santo,
representado pelos sete olhos gravados na “pedra" (provavelmente uma gema
enorme) colocada diante do sumo sacerdote. Aparecem de novo em Zacarias 4.10 e
11: "Pois
aqueles que desprezaram o dia das pequenas coisas terão grande alegria ao verem
a pedra principal nas mãos de Zorobabel". Então ele me disse: "Estas
sete lâmpadas são os olhos do SENHOR, que sondam toda a
terra!". O Espírito Santo em
sua amorosa providência é prometido para a dedicação do segundo templo que
estaria pronto em 516 a.C. Mas é no Apocalipse que os "sete
espíritos" aparecem como indivíduos, não apenas em 1.4, mas em 3.1: "Estas são palavras
daquele que tem os sete espíritos de Deus e as sete estrelas: Conheço as tuas
obras...". Em 4.5: "...Diante dele [do trono] estavam acesas sete
lâmpadas de fogo, que são os sete espíritos de Deus". Em 5.6: "Depois
vi um Cordeiro, que parecia ter estado morto, em pé, no centro do trono,
cercado pelos quatro seres viventes e pelos anciãos. Ele tinha sete chifres e
sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra".
Parece haver uma conexão bem definida entre o Espírito em sete
facetas de Isaías 11.2 e o de igual número em Apocalipse, que representa o
Senhor, em disfarce externo de sete espíritos distintos, número apropriado à
perfeição de Deus, ao seu cuidado providencial, o tema central de Apocalipse.
O livro todo está cheio de simbolismos; portanto, não deveríamos considerar demasiado
surpreendente que o número sete represente a unidade, de forma tão
extraordinária e impressionante. Afinal, já vimos como o próprio Cristo de início
foi representado em sua glória e ressurreição como o Filho do homem, de cabelos
brancos e olhos flamejantes, trajando uma toga longa que lhe encobria os pés de
cobre reluzente (1.14, 15); em 5.6 ele é representado pelo Cordeiro, cuja
aparência era de quem havia sido morto, dotado de sete chifres e sete olhos. Outra
vez temos o simbolismo de sete que representa um; nesse caso, porém, trata-se
de Deus, o Filho, em vez do Espírito Santo. De modo semelhante, Satanás é
representado por um dragão vermelho, que expele fogo, de sete cabeças e dez
chifres (12.3), parecido com seu primeiro-ministro e representante na Terra, a
besta de dez chifres, dez diademas e sete cabeças, com semelhança de leopardo,
tendo, porém, os pés de urso e a boca de leão (13.2). (No caso de Satanás e do
ditador mundial, o número sete representa a declaração vã de possuir o poder
perfeito de Deus.)
OUTROS SÍMBOLOS SÃO APLICADOS AO ESPÍRITO SANTO
NAS ESCRITURAS. POR EXEMPLO,
Øele é mencionado como uma pomba em Marcos 1:10,
Øé associado ao "vento" em João 3:8,
Øe à água em João 4:14.
ØEle é ainda descrito como "línguas como de fogo" em
Atos 2:3.
ØEfésios 1:13 diz que somos "selados" pelo Espírito
Santo, o que significa a propriedade que Deus tem sobre nós e a segurança da
nossa salvação.
CONCLUSÃO: Assim
vemos que o Espírito Santo também é simbolizado de maneiras diferentes por toda
a Escritura, sempre usando uma espécie de disfarce apropriado à ocasião.
Há
três semanas (a partir de 23/02/2012), ouvi certo pastor de nome dizer que o
cristão é obrigado a dizimar, e que aquele que não dizima corre o risco de perder
a salvação. Parece que estamos voltando aos tempos de Lutero, onde as pessoas
pagavam por sua salvação (veja a esse artigoA Salvação é mediante as Boas Obras? ).
O
objetivo deste,pequeno, estudo não é o de se contrapor ao dízimo, mas de
esclarecer a verdade da forma certa de
como contribuir pela graça, não por coação psicológica e doutrinária, utilizada
por muitos líderes de igrejas, através de versículos da lei judaica, mas sim
contribuir sem constrangimento exposto em (II Coríntios 9:7). O cristão não é obrigado a dar o dízimo, nem
por medo do “devorador” (Malaquias 3:11) ou de ser amaldiçoado, porque o dízimo
é um mandamento da lei judaica, além disso, nenhuma condenação há para os que
estão em Cristo e Ele já nos abençoou com todas as bênçãos nas regiões
celestiais (Romanos 8:1) e (Efésios 1:3). Nem rouba a Deus o cristão que não dá
o dízimo... não temos o dever de chamar de ladrão a quem Jesus libertou, se ele
contribui com 0% ou 100% é uma atitude pessoal, ele é livre para decidir. Jesus
condenou a atitude dos judeus escribas e fariseus que dizimavam até o cominho e
não ofertavam o seu amor ao próximo. (Mateus 23:23), infelizmente, muitos
cristãos têm repetido esta mesma atitude. Não há um só versículo no Novo
Testamento, que registre a obrigatoriedade do cristão dizimar. Por outro lado,
se o cristão deixa de contribuir ou diminui esta contribuição, por que descobre
que não é obrigado, está agindo de má fé para com Deus, como fez Ananias e
Safira, ele deve contribuir sim e feliz porque sabe que pode fazê-lo por amor a
Deus e não por imposição de homens, e segundo o que propuser em seu coração.
Toda a contribuição para a Igreja era feita unicamente através de ofertas e
partilha de bens. Nós, cristãos, devemos ter o cuidado de não ficarmos como
passarinho no ninho: obrigados a engolir o que colocam na nossa boca.
Pela
Lei, o dízimo era destinado à tribo levítica, aos sacerdotes desta tribo. Eles
recebiam e se mantinham dos dízimos, porque não tinham herança e cuidavam do
Templo de Deus, a Casa do Senhor, para onde os dízimos eram levados (Números
18:21/30).
·O Templo foi destruído e não existem mais os
sacerdotes levitas.
·Pela Graça, a instituição do dízimo é ilegal e
sem respaldo bíblico, porque todos nós somos sacerdotes de Cristo. (Apocalipse
1:6), pois não há mais necessidade desta tribo sacerdotal.
·O Dízimo foi estabelecido para os judeus; não
para a igreja de Jesus Cristo. (Hebreus 7:5).
·Devemos compreender a diferença entre
contribuir em LEI e o contribuir em GRAÇA, para não ficarmos debaixo de
maldição, e obrigados a guardar toda a lei, se escolhermos seguir um mandamento
dela, como disse o apóstolo Paulo em (Gálatas 5:3/4), pois quem cumpre um
mandamento da lei é obrigado a guardar toda a lei. Somos servos do Senhor
Jesus, não escravos de homens. (I Coríntios 7:23); (Gálatas 5:1) e foi para a
liberdade que Ele nos chamou.
NA
LEI
ØNa Lei, o DÍZIMO era a causa principal da
bênção do povo judeu e a bênção era consequência deste DÍZIMO (Malaquias 3:10).
A maneira certa do povo judeu contribuir na LEI era dando o Dízimo para ser
abençoado.
NA
GRAÇA
ØNa GRAÇA, o Sacrifício de Cristo é a causa
principal da bênção do povo cristão. Paulo, em (Efésios 1:3) nos afirma que
Deus nos abençoou “EM CRISTO”, não “EM DÍZIMO”, por este motivo, a maneira
correta do povo cristão contribuir em GRAÇA é no uso de (II Coríntios 9:7),
porque abençoados já somos.
Ao
invés de incentivar os cristãos, com amor, a contribuírem na casa de Deus,
muitas autoridades dizem que não o obrigam o pagamento do dízimo, mas usam
textos do antigo testamento, como: ...repreenderei o devorador; ...roubais ao
Senhor nos dízimos.. etc, que produzem temor nas pessoas e medo de maldição,
porque tais autoridades dependem de altos salários pagos pelas igrejas ou têm
receio que a obra do Senhor seja prejudicada se não houver imposição ou, por
despreparo repetem os erros dos outros líderes, a todos faltando fé suficiente
de que Deus prosperará a igreja, através da contribuição espontânea dos irmãos,
como ocorria na igreja primitiva. O resultado disso tudo é o engano, o desvio
da Verdade. Cristo não colocou “VINHO NOVO”(A GRAÇA) em “ODRES VELHOS”(A LEI).
(Marcos 2:22). Jesus estabeleceu tudo novo e jogou fora o que era velho
(Gálatas 4:30); (Hebreus 8:13). Não podemos fazer do cristianismo uma seita
judaica. Paulo afirma (Gálatas 2:14).
Um
resumo do ensinamento bíblico sobre a oferta:
Na
época dos patriarcas: Não temos relato de alguma regra sobre ofertas antes da lei
de Moisés. Sabemos que a oferta de Abel agradou a Deus, e a de Caim, não lhe
agradou. É interessante observar que Deus não achou necessário nos revelar o
motivo de seu desprezo. Sabemos que Abrão pagou a Melquisedeque o dízimo (10%)
dos despojos de uma vitória militar (Gênesis 14:18-24). Neste caso, também,
Deus não nos revelou o motivo e não falou se era ou não o costume de Abrão dar
o dízimo de tudo que recebia. Se houve alguma lei atrás disso, exigindo que
Abrão desse o dízimo, as Escrituras não a relatam. As pessoas que alegam algum
tipo de lei geral do dízimo de tal exemplo estão ultrapassando a palavra do Senhor.
Jacó jurou que, se Deus fosse com ele na sua jornada, daria o dízimo depois de
voltar (Gênesis 28:20-22). Aqui, o texto se trata de um voto, ou uma obrigação
que a própria pessoa assumiu, e nada diz de lei ou dever imposto por Deus (veja
a natureza voluntária de votos em Números 30:1-16; Deuteronômio 23:21-23;
Provérbios 20:25). Na Lei de Moisés: Na Lei de Deus dada pela mão de Moisés, o
dízimo se tornou obrigação dos israelitas. Eles fizeram, também, várias outras
ofertas, diversos sacrifícios, etc. Os dízimos são mencionados em mais de 20
versículos, de Levítico a Malaquias. Todas essas citações se referem ao povo de
Israel. No trecho de Malaquias 3:6-12, freqüentemente citado em algumas
igrejas, hoje em dia, para obrigar as pessoas a dar o dízimo, podemos ver que
um povo material (os israelitas, 1:1) habitava numa terra material (Israel)
onde produzia frutos do campo e tinha obrigação de dar os dízimos. Assim
fazendo, este povo seria abençoado materialmente por Deus. Quando o povo não
deu a devida importância aos dízimos, foi repreendido pelo Senhor por meio do
profeta Malaquias. Quem utiliza as palavras de Malaquias para fazer regras
sobre dízimos, hoje, está distorcendo as Escrituras.
Deus, por intermédio de Moisés e diversos
profetas (Hebreus 1:1), revelou a sua vontade ao povo de Israel. Aquela lei
(observe que Jesus ensinou que a lei não fosse limitada aos livros de Moisés,
veja João 10:34-35) governou o povo de Israel durante 1.500 anos. Hoje, ele tem
falado pelo Filho e seus apóstolos, e a sua Nova Aliança é o que governa os
cristãos (Hebreus 1:2; 2:1-4; 7:12; 8:6-13; 9:15). Aprendemos muitas coisas
importantes das promessas e dos exemplos do Velho Testamento (Romanos 15:4; 1
Coríntios 10:6). Mas, as doutrinas que a igreja ensina e as regras que ela
segue vêm da Nova Aliança, e não da Antiga. Quem volta à Antiga para se
justificar perde a sua comunhão com Cristo (Gálatas 5:4).
Na
Igreja do Novo Testamento: A Nova Aliança coloca a oferta no contexto de um reino
espiritual com uma grande e urgente missão. As contribuições feitas na igreja
não são impostos pagos num sistema teocrático. No ensinamento dado aos discípulos
de Cristo, não encontramos tributação obrigatória. Em contraste com as leis
específicas do Velho Testamento, o Novo nos ensina sobre a importância das nossas
ofertas para cumprir a missão que Deus deu à igreja. Cada pessoa verdadeiramente
convertida a Cristo dará conforme as suas condições por querer participar do
trabalho importantíssimo da igreja.
Textos
usados para impor o dizimo como uma obrigação:
(Malaquias3:10),
tornou-se no meio evangélico, “o pezinho de coelho” e “ferradura da sorte” para
muita gente, principalmente para o Sistema Religioso atual, que não consegue
viver por fé, porque a fé não é de todos (II Tessalonicenses 3:2) é só dos
eleitos de Deus (Tito 1:1). Infelizmente, muitos se comportam como aqueles que
queriam atirar a primeira pedra na mulher adúltera, provavelmente, se Jesus
estivesse aqui diriam: “Mestre, este irmão ou irmã foi apanhado(a) em flagrante
roubo, não tem dado o dízimo, vive roubando a Deus, (Malaquias 3:10) diz que
tais sejam entregues ao devorador e que Deus não deve abrir as janelas dos céus
para abençoá-las. Tu, pois o que dizes?” Creio que Jesus daria esta resposta:
“O que você tem a ver com isso?”. Assim como ninguém vive perguntando se você é
adúltero, também não deve viver perguntando se você é dizimista. Muitos chegam
até ao absurdo a constranger o irmão ou irmã, expondo-o à vergonha de ter o seu
nome numa relação de não dizimistas pregada na porta da igreja, quando não,
tiram-lhe o ministério ou o discriminam, mas quando é um(a) irmão(ã) que dá um
dízimo elevado, este, muitas vezes, é o mais honrado na igreja. Notemos que O
Deus que fala em (Malaquias 3:10), é o mesmo que diz em (Malaquias 2:16) “...
Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel...” e quase não ouvimos
falar deste assunto nas igrejas. Repetimos: não se faz aqui, apologia à
AVAREZA, porque isso não é de Deus e os avarentos, diz a Bíblia, não herdarão o
Seu Reino, podemos dar até tudo o que temos, por amor, ao Senhor e isto alegra
o coração de Deus: como alegrou o coração de Jesus observar a viúva pobre que
deu tudo o que tinha. O que é errado é a forma escandalosa e nada cristã,
relativa às contribuições. O crente em Jesus dá com alegria e amor, até mais de
10%, se puder.
Mateus
23:23 “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! porque
dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e tendes negligenciado os preceitos
mais importantes da Lei, que são a justiça, a misericórdia e a fidelidade;
estas coisas, porém, devíeis fazer sem omitirdes aquelas.”
Jesus,
acima, está falando para os fariseus daquela época, não para a igreja, que até
então, não havia sido totalmente formada com fundamentos da graça, o ministério
de Cristo não havia ainda sido consumado. (o véu do templo não havia sido rasgado)
, tanto que Jesus ordenou ao homem que era leproso para apresentar-se ao
sacerdote e fazer oferta pela purificação, conforme a Lei (Lucas 5:14). Os
conservadores do dízimo ainda dizem: O DÍZIMO é uma tradição que devemos manter
para não transgredir. O mesmo argumento utilizaram para Jesus em relação ao
Sábado (Marcos 2:24) e o Lavar as mãos antes de comer (Mateus 15:2). Porque o
Sábado fazia parte da Torá (lei judaica) e o Lavar as mãos fazia parte da
Halaká (comportamento judaico). Veja o que o dinheiro faz, a ponto de
esquecerem que, tanto o Dízimo como o Sábado e o Lavar as mãos eram tradições
judaicas e não gentílicas. O DÏZIMO passou a ser a única tradição judaica que o
Sistema Religioso vem mantendo até hoje no seio da Igreja gentílica. Não é um absurdo???
Fazem uma lavagem cerebral religiosa porque o dízimo é a galinha dos ovos de
ouro para muitos: é a única tradição que traz estabilidade financeira, mas não
para Deus, porque Ele de nada necessita, pois é o dono de todas as coisas. Nem
tampouco é servido por mãos humanas, (Atos 17:25). Infelizmente, muitas igrejas
têm se tornado bem parecidas com a Antiga Igreja Romana, que usava as indulgências
como fonte de lucro, induzindo os fiéis a contribuírem por medo da maldição, a
comprarem sua salvação do Inferno e do Purgatório. Se um crente amaldiçoado
pelo falta do seu dízimo, é ladrão, como pode estar liberto? Isto nos faz
julgar o irmão e afirmar que o sacrifício de Cristo não foi suficiente na sua
vida, como faz a Igreja Romana.
A
lei da generosidade
Se,
sob a dispensação do Antigo Testamento, os privilégios religiosos exigiam a décimaparte das rendas de uma pessoa, com vistas à manutenção da adoração e do sistema
religioso, e também para beneficio dos pobres, muito mais deveria ser
nosso privilégio, em Cristo, afetarmos o bolso e a conta bancária. Minha
posição, pois, é que o crente deve dar mais do que o dizimo.
Quanto maior for à espiritualidade de um crente, maior será a sua liberalidade
para com o dinheiro com que contribui para a causa do evangelho, ou com que
alivia as necessidades das pessoas ao seu redor. Se gastarmos alguns minutos
lendo os capitulos oitavo e nono de 11 Coríntios, veremos ali a promoção do
principio cristão da generosidade. Isso é encorajado mediante a certeza de que
Deus vê quem dá com
generosidade, mostrando-se ainda mais generoso para com aqueles que agem dessa
maneira. O resultado será que os crentes que assim fazem de nada terão necessidade, pois o banco
celestial tem imensas fortunas ali entesouradas. Esses fundos são postos à disposição dos generosos, e não à
disposição dos que só dão com parcimônia. Se alguém semear com parcimônia,
colherá parcimoniosamente; e se alguém semear com abundância colherá
abundantemente (ver 11 Cor. 9:6). Deus ama o homem que dá com generosidade (11
Cor. 9:7).
A
minha própria opinião é de que a questão deve ser resolvida com base no senso
de responsabilidade de cada um e não com base em alguma legislação.
O
filme mostra de forma autentica a vida do protestante martinho lutero. Dentre
varios erros que a igreja catolica cometera lutero protestava contra a venda de
indulgecias, ou seja as pessoas pagavam pelas bençãos de Deus, aquilo que Deus
havia dado de graça, como a Salvação.
Esta pergunta de Jesus, provavelmente, indica queà medida que se aproxima a volta de cristo, o
mal se tornara cada vez pior, de modo que muitos de igreja se apartarãoda fé em cristo. À medida que o fim se aproxima
a preocupação de todo crente deve ser;
Estou perseverando na fé,
Firme na oração,
Buscando a Deus para que prevaleça a justiça e
a sua santa causa triunfe em tudo, para sempre?
Ou estou tão preocupado com as
coisas desta vida, que não anseio pela volta de Cristo e seu reino eterno?
O
apostolo Paulo disse:
Tm 4.
1-5
O que é apostasia?
Apostasia do grego (aphistemi,que
significa apartar, cortar o relacionamento salvífico com Cristo, ou apartar-se
da união vital com ele e da verdadeira Fe nele. A apostasia
é possível somente para quem já
experimentou a salvação, a regeneração e a renovação pelo Espírito Santo( Lc 8.
13; Hb 6. 4,5); não se trata de uma simples negação de algumas doutrinas dentro
da igreja local.
A apostasia envolve dois aspectos distintos:
APOSTASIA TEOLÓGICA- envolve a negação
de todos os ensinos bíblicos (1Tm 4.1; 2Tm 4.3)
APOSTASIA MORAL- aquele que era
crente deixa de permanecer em Cristo e
volta a ser escravo do pecado da e imoralidade. (Mt 23. 25-28; Rm 6.15-23;
8.6-13).
Os passos que levam a apostasia são:
O crente, por sua falta de fé ,deixa
de levar plenamente a serio as verdades, exortações, advertências, promessas e
ensinos da palavra de Deus (Mc 1. 15; Lc 8. 13; Jo 4. 44, 47; 8. 46).
Quando as realidades do mundo chegam
a serem maiores do que as do reino celestial de Deus, o crente deixa
paulatinamente de aproximar-se de Deus através de Cristo.
Por causa da aparência enganosa do
pecado, a pessoa se torna cada vez mais tolerante do pecado na sua própria vida
(1Co 6.9, 10; Ef 5.5; Hb 3.13). já não ama a retidão nem odeia ao pecado.
Por causa da dureza de coração e da
rejeição aos caminhos de Deus, a pessoa não faz caso da repetida voz e repreensão
do Espírito Santo.
O Espírito Santo se entristece (Ef
4.30); seu fogo se extingue (1Tss 5.19)e seu templo é profanado (1Co 3.16). Finalmente,
após muita insistência, ele se afasta daquele que era cristão (Jz 16. 20; Sl
51. 11; Rm 8.13; Hb 3.14).
Se a apostasia CONTINUAR sem refreio, o
individuo pode, finalmente, chegar ao ponto em que não seja possível um recomeço.
A pessoa que no passado teve uma
experiência de salvação com Cristo, mas que deliberada e continuamente endurece
seu coração para não atender a voz do Espírito Santo (Hb 3. 7-19), continua a
pecar tencionalmente (Hb 10. 26) e se recusa
arrepender-se e voltar para Deus, pode chegar a um ponto sem retorno em
que não há mais possibilidade de arrependimento e de salvação (Pv 29. 1; Hb 6. 4-6).
Há um limite para a paciência de Deus.
Quem, sinceramente, preocupa se com sua condição
espiritual e sente no seu coração o desejo de voltar se arrependido para Deus,
tem nisso uma clara evidencia de que não cometeu aapostasia imperdoável. As escrituras
adverte que Deus não quer que ninguém pereça (2Pe 3.9; Is 1.18).
Conclusão:como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz,não endureçais os
vossos corações
“Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha
fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus”.Apocalipse 3:14
Este
versículo como Colossenses 1. 15 tem sido erroneamente interpretado por seitase até por pastores de nome, tem ensinado com base em um falso
entendimento que nosso amado Jesus o Senhor e criador de tudo fora na
eternidade criado por Deus pai. Será realmente verdade? A resposta é Claro que.
"Veja!", eles dizem. "Jesus é o princípio da criação". Mas
deveriam ser cautelosas. Dirão que Deus, o Pai, é quem fala em Apocalipse 21:6
e 22:13, ainda que em ambos os versículos ele chame a si mesmo de "o
principio". Portanto, "o princípio" deve significar algo mais
que não seja a primeira coisa criada. Realmente, em cada um destes casos, o
texto grego diz arché, uma palavra catalogada no Expository
Dictionary of New Testament Words [Dicionário Expositivo das Palavras do
Novo Testamento] como tendo significados variados, tais como "o
princípio", "poder", "magistrado" e
"governador". Assim, a Nova Versão Interlinear em Apocalipse 3:14 diz
que Cristo é "governante da criação de Deus". Portanto, não existe
fundamento algum para que se possa declarar que Apocalipse 3:14 faz de Jesus
Cristo um ser criado.
Agora vamos fazer uma analise de Colossenses
1:15
“O qual é
imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação.”
Citam
também este versículo para "provar" que Jesus
Cristo não é Deus,
mas sim o primeiro anjo que Deus criou. Entretanto, a palavra primogênita na
Bíblia quer dizer necessariamente o primeiro que nasceu ou que foi criado?
Absolutamente não! A palavra primogênita é do grego “prototokos”,
que sugere tanto a prioridade quando a supremacia. no que diz respeito ao tempo
, cristo é eterno, ou seja não teve princípio de Dias e não tem fim. No que diz
respeito à supremacia cristo, cristo tem a posição mais elevada possível na família
de Deus. Como herdeiro de Deus, cristo é aquele que tem o direito de domínio
sobre o controle de todo o universo.
1)Não há aqui a idéia de que cristo
fora criado por Deus, ou que ele seja o primeiro a ter sido criado, o qual se tornou
uma espécie de divindade secundaria.
2)Há um sentido, natural, em que esta
em foco a idéia de “prioridade no tempo.” Isso se da quando se considera a
criação espiritual, dentro da família divina, onde há somente um filho de Deus,
e onde todos os outros são apenas filhos da Deus. Todos os remidos participarão
da filiação segundo os moldes do primogênito. A filiação de Cristo antecede a
nossa e a nossa é moldada segundo a dele; isso não da o entender que sua
filiação teve um começo
3)Deus é o pai de todas as famílias e
não meramente da espécie humana, conforme nos é dito em Ef 3.15. A Cristo é
dado aquele domínio inteiro sobre a família de Deus que essa preeminência
caracterizava um filho mais velho em uma
família judaica.
ØO direito do primogênito
·O primogênito herdava o dobro dos
demais filhos (II Rs 2.9)
·O primogênito substituía se pai no
governo sobre a família(I Cr 21. 1-3)
·Israel é chamada de primogênito de
Deus (Ex 4.22 e Jr 31.9 ), e observe que esta nação veio a existir no meio de
nações bem mais antigas que ela; então entendemos que esse titulo dado a Israel
foi dado para indicar sua posição diante do favor e das benção divinas.
O
termo é freqüentemente usado nas Escrituras para significar prioridade em
importância ou posição, mais que uma ordem de nascimento. Por exemplo, o Salmo
89:27 fala a respeito do rei Davi, que era o mais novo, ou o último nascido
de Jessé – tão distante quanto poderia estar de ser literalmente primogênito.
Mas note o que Deus diz sobre ele no Salmo: "Também, eu mesmo o colocarei
como primogênito" (Tradução do Novo Mundo). Claramente, Deus não
reverteu à ordem do nascimento de Davi; ele não estava falando a respeito de
ordem de nascimento. O que o Salmo quis dizer era que o rei Davi seria elevado
em posição, acima dos outros, à posição preeminente. Para demonstrar que o
termo é usado neste sentido quando falando sobre Cristo em Colossenses 1:15, é
só olharmos o contexto.Se observarmos, particularmente, o versículo 18, o qual
identifica Cristo como a "cabeça" e "o primogênito" para
que ele tenha "primazia em todas as coisas".
Conclusão:
Portanto esse titulo é corretamente aplicado a Cristo, pois salienta sua
autoridade tão elevada a qualquer outro ser. Portanto ele é assim primogênito
no que concerne a Deus, pois é supremo
em seu favor ; e também no que concerne a nós e a todos os seres ,
porque ele brande a autoridade suprema entre os filhos de Deus
“Quem comete pecado é do
Diabo, porque o Diabo peca desde o princípio. Para destruir as obras do Diabo é
que o Filho de Deus se manifestou. Quem é nascido de Deus, não comete pecado,
porque a semente de Deus permanece nele; e ele não pode pecar, porque é nascido
de Deus.” João 3. 8,9
O texto bíblico parece afirmar que a natureza
pecaminosa é erradicada do individuo regenerado. Porem, esse mesmo texto
contradiz com João 1.8 que diz: “Se dissermos que não temos pecado nenhum,
enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós.” Se basearmos em João
1.8 e João 3.8 podemos concluir que, ainda, somos do diabo porque cometemos
pecado conforme João 1.10a : “Se dissermos que não temos cometido pecado”. Qual
será realmente o sentido desse texto? Será que pertencemos ao Diabo?
1.Qual o verdadeiro sentido
de “Quem comete pecado...”
Num
aspecto a tradução falha e não esclarece uma característica muito importante de
hamartanein ("pecar")
depois de ou dynatai ("não ser capaz"): o infinitivo presente em grego implica
ação contínua, repetitiva. Por essa razão, alguns dos tradutores mais recentes
expõem e salientam a verdadeira ênfase do termo, traduzindo a expressão assim:
"não pode continuar pecando" (NVI). A NASB tira a inferência do
infinitivo presente hamartanein que o verbo anterior poiei (presente do indicativo) em "não comete pecado."(KIV)
implica "ninguém que é nascido de Deus pratica
o pecado." É necessário estudar com muito cuidado o sentido
real do verbo, visto que o mais experiente dos cristãos pode sucumbir à
tentação e praticar pecados de vários tipos (até mesmo os mais hediondos,
considerados crimes pelas leis humanas).
2.A marca e a meta do
cristão.
O
que caracteriza um verdadeiro filho de Deus é o compromisso de fidelidade feito
no coração, aceitando a santa vontade e padrão de Deus; o que caracteriza o filho
deste mundo (cujo pai espiritual é realmente Satanás, de acordo com João 8.44) é
o compromisso pela autopromoção, autodeificação e as transgressões de todo tipo.
Esse princípio tinha que ser enfatizado pelo apóstolo em sua carta, visto que
os hereges antinomianos (os quais ensinavam que a vida pecaminosa era
permissível ao crente, porque a "graça cobre todas as coisas")
confundiam as pessoas de sua igreja. Essas estavam perdendo o poder da vida
santificada, como fruto de uma fé viva e real. João nos traz à memória que o
verdadeiro crente tem compromisso com uma vida cujo padrão é Cristo, e sendo
portador da semente de Cristo (isto é, o Espírito Santo) praticará a justiça constantemente.
Só os incrédulos e os falsos crentes praticam a vida de pecado, caracterizada
pela autopromoção e busca de interesses egoístas. Se um porco e
um cordeiro caírem num lamaçal, o porco vai querer ficar lá; mas o cordeiro
fará de tudo para sair. Tanto o incrédulo como o crente podem cair no
mesmo pecado, mas o crente não pode permanecer nele, sentindo-se
confortável
Conclusão:
A grafura nos mostra
um cidadão o qual denominamos de cristão e sua pedra a qual denominamos depecado.
Podemos perceber a sua luta para seguir adiante. Assim também acontece com
todos aqueles que, apesar de serem salvos, vivem com a natureza pecaminosa em
sua vida. O pecado tem sido em nossas vidas como uma pedra muito pesada que tem
exigido de nós muita energia e força. Porém , quando jesus voltar para nos
buscar deixaremos essa pedra para trás e assim como ele é nós seremos e o
veremos. “Amados,
agora somos filhos de Deus, e não está ainda manifesto o que havemos de ser.
Sabemos que, se ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque o veremos
como ele é. João 3. 2”
Introdução: esta é a terceira carta dirigida às igrejas do apocalipse. Profeticamente
falando a carta à igreja de Pérgamo fala da paganização da igreja. O estudo
dessa igreja nos fará despertar para um viver mais santo
I.ATRIBUTOS DE CRISTO
1....
Diz aquele que tem a espada
afiada de dois gumes... V 12.
Significado básico:
a.Esta em foco o poder de Cristo como juiz seu segundo
advento trará o juízo da espada que procede de sua boca. No livro de Isaias, o
Messias fere a terra com a vara de sua boca; II Tss 2.8 o Anticristo é
destruído com o sopro da boca do Messias. Em Esdras 13. 9-13, o homem que
procede do mar destrói os seus adversários com a lava ardente de sua boca, com
o hálito inflamado de seus lábios, com a tempestade de fagulhas que procede de
sua boca.
b.Significados ampliados: A espada é a palavra de Deus (HB
4.12), ou a espada do Espírito Santo(Ef 6.17) , nas mão de Jesus Cristo.
c.A espada tem dois fios: Ele a movimenta com poder especial. Trata-se de temível arma. Pode ser
que uns dos fios desnudam as hipocrisias ocultas, os próprios intuídos da alma.
II.ELOGIOS Á IGREJA
1.... Conheço o lugar onde habitas... o
lugar onde habitavam era notável lugar de maldade e de provação o que poderia impulsionar
aqueles crentes a apostasia ou amenos transigir com o paganismo.
a.PERGAMO: seu nome significa
torre ou castelo de purgos. Era uma cidade da província romana da Ásia, nos
dias neotestamentarios na parte ocidental do que agora é a Turquia Asiática.
b.Geograficamente, ocupava importante posição, próxima do
externo marítimo do largo vale do rio Caico.
c. Importância
Religiosa: era sede de um antigo culto de mágicas babilônicas, tornou-se um importante centro da
adoração ao imperador. Tornou-se sede de quatro dos maiores cultos pagãos, a
saber: ZEUS, ATENA, DIONISIO e ASCLEPIO.
d.Importância
comercial e política: fora chamada por Plino de a cidade mais ilustre de todas
as cidades da Ásia. Todas as principais estradas da Ásia ocidental convergiam
para ali. Fabricava ungüentos, vasos e pergaminho.
2.O saber sobre o lugar onde eles
habitavam era equivalente, a saber, qual o caráter que disso resultava neles.
Podemos perceber a influencia do meio ambiente. Da o entender que é mais fácil
a um crente ser mais santo em certos lugares geográficos do que em outros.
Contudo a exigência do evangelho é que, sem importar associação e localização geográfica,
os discípulos precisam de fidelidade.
3.... Trono de Satanás... Podemos aludir a cidade como sendo o próprio trono
de satanás. Pergamo era um dos grandes centros do culto ao imperado, pelo que
também era um lugar especial da manifestação das falsas religiões de Satanás. O
paganismo fanático que tinha em Pergamo era controlado por satanás. Aquela congregação
era como uma barca lançada em mar tempestuoso.
4.... e que conservas o meu
nome... Apesar de todas as lutas um remanescente fiel se apegou a fé em Cristo.
A igreja se recusa a aceitar o Cristo falso postulado pelo gnosticismo. O termo
grego conservas krateo neste ponto tem a idéia de apegar-se, isto é apegar- se
para aquilo que cristo era e significava para eles.
5.... Não negaste a fé... Aquele crentes se apegara a fé em cristo e não adoraram ao imperador Domiciano, até
mesmo quando, segundo o relato de Simão Metafrastes, Domiciano fechou Antipas, bispo
de Pergamo dentro de um boi de bronze, e foi aquecido ao rubro, seu corpo foi, literalmente,
cozido, diz-se que ele terminou seus últimos momentos em louvor.
III.ESTADO ESPIRITUAL DA
IGREJA
1....Doutrina de Balaão... sua
narrativa esta em Nm 22-24, segundo a tradição judaica Balaão é símbolo de
todos que ensinam ou encorajam o povo a envolver-se na idolatria.balão traiu o povo de Deus.
a.Os Balaões dos tempos
Cristãos não possuem integridade de alma. Podem ser indivíduos religiosos, mas
se caracteriza por defeitos vastos e sérios em sua vida espiritual, e exercem
um influencia negativa sobre as pessoas.
b.Esses lideres, assim
como Balaão, produzia a união da igreja com o mundo. Os carentes de Pergamo
deixaram ser peregrinos na face da terra, acomodara ao paganismo, a imoralidade
de seus lideres eram aceita como algo normal na ética cristã.
2.Satanás na tentativa de
derrubar a igreja mediante a perseguição, nos dias de Esmirna, agora procurava
enganar a igreja de Pergamo , arrastando a idolatria e prostituição.
3.Os nicolaidas.
a.Os Efésios abominavam as
ações dos nicolaitas/ em pergamos eles tanto aceitava como muitos deles eram
lideres,
b.os nicolaitas diziam que
Deus não se interessa pelo corpo humano e o mesmo pode ser usado para
imoralidade
IV. ADVERTÊNCIA
1.... Arrepende-te ... indica
mudança de alma mediante o poder transformado do espírito
a.Não poderá haver
salvação sem transformação IITss 2.13
b.A confissão cristã deve
ser efetuada com a vida inteira, e não um mero ato de reconhecimento por parte
da igreja local de que Cristo.
V.SENTENÇA
1.Balaão morreu à espada (Nm 31.
8) ; eles são ameaçado com espada
VI.PROMESSA AO VENCEDOR
1.... Dar-lhe-ei da mana
escondido... Cristo é o pão Jo 6.48, Cristo nos oferece sustento espiritual.
a.Os pagãos comiam coisas
oferecidas aos ídolos algo superficial/ cristo nos oferece algo Eterno
2.... Pedrinha branca... Envolve
os jogos públicos em que os vencedores recebiam uma pedra branca, com seus
nomes gravados, como símbolo da gloria obtida. Isso concorda com a idéia do
galardão. A pedra branca simboliza a obtenção da vitoria a vida eterna em sua
gloria o premio da corrida Fb 3.10
A pergunta que muitos de nós fazemos: “Se Deus é tão bom e poderoso porque o mal existe?” Esta pergunta, sem duvida deve ser encarada co...
... A BÍBLIA É O FENÔMENO EXPLICÁVEL APENAS DE UM MODO – ELA É A PALAVRA DE DEUS...
O fato de que Deus nos deu a Bíblia é evidencia e exemplo de seu amor por nos, nos ensinando a manter um relacionamento correto com Deus, mas como podemos ter evidencias de que a Bíblia é mesmo a palavra infalível de Deus e não simplesmente um bom livro? O que é único na Bíblia que a separa dos demais livros escritos até hoje? A Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, divinamente inspirada, e totalmente suficiente para todas as questões de fé e prática. Não pode haver duvidas sobre a veracidade bíblica. Ela não é um livro que um homem escreveria se pudesse, ou que poderia escrever se quisesse.
QUE TEMPO CURTO!
Se for ensinar, haja dedicação ao ensino (Rm 12.7b). Quase todos nós já passamos pela experiência de ver um professor da Escola Dominical ser surpreendido pelo soar do sinal anunciando o término da aula. Muitos são os professores e alunos que vivem se queixando do pouco tempo reservado para o estudo em classe. Alguns professores chegam dizer, frustrados, que a aula terminou exatamente quando começava a tratar da melhor parte do seu conteúdo. A questão não é falta de tempo e sim de planejamento. Quando não há planejamento da aula, não importa o tempo a ela reservado, tudo sairá atabalhoadamente dando a impressão de que está faltando algo. Quando existe planejamento, mesmo que o tempo seja curto, haverá produtividade e satisfação na aula dada. O problema não é o tempo, reafirmo, mas o planejamento. O planejamento de uma aula para a Escola Dominical deve levar em consideração vários fatores.
Alguém precisa fazer algo!
JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40.Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.
DICAS PARA UMA LEITURA PROVEITOSA.
. Então, aí vai dez dicas para ler sem esquecer, a primeira vista, muitas podem parecer óbvias. Mas não as subestime. Não é sempre que a gente enxerga o óbvio. 1- Não leia cansado nem ansioso. Se for o caso, faça exercícios de respiração antes de começar a leitura. O estresse é o inimigo número um da concentração e, em consequência, da memorização. 2- Tenha vontade de aprender o que será lido. 3- Se não tiver vontade de antemão, procure criar interesse pelo assunto. A curiosidade é a mola da humanidade. 4- Sublinhe as palavras mais importantes e as frases que expressem melhor a idéia central. 5- Analise as informações e crie relação entre elas, seja nas linhas de cima ou com tudo o que você aprendeu na vida, trazendo-as para o seu mundo. A associação de idéias é fundamental. 6- Leve sempre em conta coisas como: 1- Grau de dificuldade do texto (ler um gibi não é o mesmo que ler sobre filosofia). 2- Objetivo (Só querer agradar alguém, e mais nada, não é o melhor caminho para gravar uma informação. 3- Necessidade (querer ler é bem diferente de depender disso). 7- Faça perguntas ao texto e busque respostas nele. 8- Repita sempre, desde ler de novo até contar para laguém o que você leu. 9- Faça uma síntese mental. Organizar bem as idéias já é meio caminho andado. 10- A memória prefere imagens a palavras ou sons. Por isso, tente criar uma história com aquilo que está lendo, com cenas coloridas e movimentadas. Sammy Pulver comentou muito bem a sensação de quem descobriu e está experimentando os prazeres de uma boa leitura: Na vida nos ensinam a amar, a sorrir, a andar, a lutar, mas quando abrimos um livro, descobrimos que também podemos voar.