domingo, 4 de dezembro de 2011

EM HOMENAGEM AO DIA DA BÍBLIA. “CREIO EU NA BÍBLIA; LIVRO DO MEU DEUS; PARA MIM A BÍBLIA É O MANÁ DOS CÉUS! MOSTRA-ME O CAMINHO PARA O LAR CELESTIAL; ACHO EU NA BÍBLIA, GRAÇA DIVINAL!”


texto: "Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça;  para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra."(2Tm 3.16,17)

Antes do surgimento dos equipamentos gráficos os livros eram escritos a mão, em forma de rolos, em materiais como o papiro ou pergaminho.
A forma de escrita mais disseminada da antiguidade era com o uso do “papiro” chamado pelos gregos de “biblos”. A bíblia menciona o papiro diversas vezes: Ex 2.3; Jó 8.11; Is 18.2 e em alguns lugares a bíblia menciona junco, no lugar de papiro. A palavra papel também é derivada de papiro. O papiro era uma planta q crescia junto aos rios e o centro da indústria do papiro era o Egito. A entrecasca e desta planta, depois de beneficiada, formava rolos de grande extensão permitindo a escrita.
Ao rolo pequeno de papiro, os gregos chamavam “biblion” e ao plural destes, “biblos” e a um conjunto destes era chamado de “Bíblia” ou livro.
Como o papiro foi um dos principais materiais usados para escrever os manuscritos bíblicos, e a palavra “Bíblia” significa“livros pequenos” ou “coleção de livros pequenos” as escrituras sagradas receberam então o nome de “Bíblia”. Não encontramos o vocábulo “Bíblia” no texto das sagradas escrituras, pois o mesmo foi primeiramente aplicado por João Crisóstomo, grande reformador de Constantinopla, entre os anos
398-404 (d.C.) De fato, a Bíblia é uma coleção de livros formando todos, um volume, não muito grande como tão bem conhecemos, porem, harmoniosos entre si. É devido a isso que a palavra Bíblia sendo plural no grego passou a ser singular nas línguas modernas. Podemos encontrar também os vocábulos “bíblia e biblion” no
Novo Testamento grego, mas não referente à própria Bíblia.
Bíblia: Jo 2125; IITm.4:13; AP.20:12; Dn.4:2 (hb) Biblion: Lc.4:17; Jo 20:30.
Outro material usado para escrever os manuscritos bíblicos foi o pergaminho, nome relacionado com Pérgamo, cidade que ficou famosa pela fabricação de pergaminhos, cuja matéria-prima era de peles de animais, sendo material bem mais durável e resistente que o papiro para a escrita (2 Tm 4.13). Enquanto o uso do papiro data do ano 3.000 a.C., O p O pergaminho é um material de uso mais recente, aplicado a partir do Novo Testamento.
 A impressão
Nos primórdios a escrita era toda feita a mão, a imprensa foi inventada no final da Idade Média. O primeiro livro impresso foi a Bíblia, em 1452, em alemão. A partir de então, a difusão dos ensinos bíblicos tornou-se mais rápida e eficiente. Hoje a Bíblia é divulgada de diversas formas, inclusive por meio de gravação (áudio), vídeos, programas de computador, Internet e outros meios. A Bíblia é conhecida também por outros nomes como: Escrituras (Mt 21.42); Sagradas Escrituras (Rm 1.2); Livro do Senhor
(Is 34.16); A Palavra de Deus (Mc 7.13; Hb 4.12); Os oráculos de Deus (Rm 3.2).

Embora a palavra bíblia significa “Livros, a bíblia distingue  o livro supremo e incomparável. Ela sobrepuja todos os outros livros em autoridade, antiguidade, literatura e popularidade; todavia, a sua supremacia peculiar é vista no fato de ela revelar a verdade a respeito de Deus infinito, de sua infinita santidade, do infinito pecado do homem e de sua redenção infinita. É, portanto, razoável concluir que a bíblia em si mesma é infinita, e como tal prova  sê-lo,  pois  nenhuma mente  humana compreendeu plenamente a sua mensagem ou mediu os seus valores. A expressão grega pasa grafe theótpneustos(Toda escritura é divinamente inspirada por Deus- 2 Tm 3. 16) é a alegação que a Bíblia  faz de  si mesma e este  oráculo ou máxima não é  mais sujeito a duvida que pneuma ho theos ( Deus é espírito- Jo 4. 24), o theos ágape estin (Deus é amor- 1Jo 4.8), ou o theos fos estin (Deus é luz- 1Jo 1. 5).
É afirmado aqui  que a bíblia alega para si mesmo que nos pergaminhos originais cada sentença, palavra, linha, marca, ponto, ou titulo foi colocado ali em harmonia completa com o propósito e vontade divina. O texto original não era somente divino com relação a sua origem, mas infinitamente perfeito com relação à sua forma. Ele é chamado Escrituras sagradas por causa de sua eminência (Jo 5. 39; 7. 42; 2Tm 3.15).
RIVAIS DAS ESCRITURAS
Historicamente, a Igreja Cristã tem reconhecido a auto­ridade das Escrituras nas questões de fé e prática. Isto não quer dizer que não tem havido, e não continua a haver, rivais quanto à reivindicação de plena autoridade feita pela Bíblia. Esses rivais tendem a subordinar, ou qualificar, a autoridade das Escrituras, ou mesmo igualar-se a ela. O primeiro rival foi a tradição oral. Lado a lado com a Palavra escrita, circulavam amplamente histórias e ensinos religio­sos. A transmissão oral, todavia, independentemente de qual seja o tópico, acha-se sujeita à alteração, ao desenvolvimen­to, às mudanças e à distorção. As Escrituras forneciam um padrão, um ponto de referência, para a palavra oral. Por isso, estando a tradição oral de acordo com as Escrituras, reflete a autoridade delas; quando, porém, se desvia da Palavra escri­ta, a sua autoridade desaparece.
O segundo rival, quanto à autoridade religiosa, é a Igreja. Os católicos romanos sustentam essa autoridade por ter sido a Igreja divinamente estabelecida por Cristo; e por já procla­mar o Evangelho antes de este haver sido registrado por escrito. Os católicos romanos alegam, também, que a Igreja foi a instituição que produziu as Escrituras do Novo Testa­mento e que, em certo sentido, estabeleceu o cânon das Escrituras. Na prática, a Igreja Católica coloca-se acima das Escrituras. Embora originalmente sustentasse a supremacia das Escrituras, já nos tempos da Reforma, a Santa Sé tinha exaltado suas tradições até ao nível das Escrituras. De modo ainda mais significante, a Igreja Católica insistia poderem os ensinos da Bíblia ser mediados, corretamente, através da hierarquia eclesiástica. De modo sutil, a Igreja Romana ha­via usurpado a autoridade das Escrituras, atribuindo-a aos seus próprios ensinos internos. Como conseqüência, o lema dos reformadores protestantes passou a ser Sola Scriptura (Somente a Escritura). A Bíblia, outorgada por Deus, fala com a autoridade de Deus, diretamente ao indivíduo. "Não precisa de Papas nem de Concílios para informar-nos o seu real sentido, como se falassem em nome de Deus; a Bíblia pode até mesmo desafiar os pronunciamentos de Papas e Concílios, condená-los como ímpios e falsos, e exigir que os fiéis se apartem deles". 60
Os credos, as confissões e outros padrões esclesiásticos de doutrina, às vezes chegam, consciente ou inconscientemente, a rivalizar com a autoridade das Escrituras. No decurso da história, igrejas e líderes têm se pronunciado (e com razão) a respeito de questões importantes da vida e da doutrina cris­tãs. Pessoas piedosas, grandemente usadas por Deus, têm labutado para definir padrões de doutrina e comportamento cristãos, visando refletir a atitude e a vontade de Deus. Repetidas vezes, houve apelo a esses documentos na busca de orientação autorizada. Mas sem dúvida, os escritores seri­am os primeiros a reconhecer serem as obras falíveis e passí­veis de revisão, embora se reconheça facilmente a erudição bíblica relevante por detrás desses importantes escritos. Além disso, todos os grandes credos da Igreja reconhecem a plena autoridade da Escritura. Os esforços piedosos merecem a nossa estima. Deus os tem usado para a sua glória. Devem, contudo, ser conservados dentro do seu relacionamento apro­priado com as Escrituras. Permitir que se rivalizem com a autoridade bíblica destruirá seu próprio valor normativo, e rebaixará a Palavra de Deus que tanto desejam honrar. O reconhecimento da autoridade incomparável das Escrituras estabelece o valor dos credos e confissões.
A autoridade da Escritura também tem sido desafiada por aquilo que alguns estimam como a autoridade do encon­tro pessoal que o indivíduo tem com Deus. Isto é: o encontro supremo entre a pessoa e o Verbo Vivo, e não com a Palavra Escrita. Os que sustentam tal opinião dizem que a Bíblia pode ser usada para ajudar a levar a efeito semelhante en­contro; a Bíblia, porém, "não tem autoridade por si só mas, sim, em virtude do Deus de quem dá testemunho e fala nas suas páginas".61 Os teólogos existencialistas acreditam que, mediante um encontro com Deus, "a Bíblia deve tornar-se repetidas vezes a sua Palavra para nós".62
É verdade que a autoridade do cristão é mais do que papel e tinta, mas "a revelação proposicional de Deus não pode ser distinguida da auto-revelação divina".63 Nenhum encontro autoritativo com Deus supera a autoridade de sua Palavra escrita. Doutra forma: a "experiência de Deus" dos místicos hindus, ou de quem usa drogas psicotrópicas, poderia reivindicar igual autoridade. A validez de nosso encontro com Deus é determinada pela autoridade das Escrituras que o revelam. Todas as experiências pessoais devem ser averi­guadas e avaliadas pelas Escrituras.
Até mesmo o Espírito Santo tem sido considerado por alguns como um rival da autoridade bíblica. O Dr. Martyn Lloyd-Jones entende que o pentecostalismo e o catolicis­mo romano ficam em extremos opostos nas áreas tais como a estrutura e a hierarquia, mas são muito semelhan­tes na ênfase que dão à autoridade. O catolicismo enfatiza a autoridade da Igreja, ao passo que alguns pentecostais parecem realçar a autoridade do Espírito acima da autori­dade da Palavra.64 Erickson cita uma pesquisa de opinião pública feita pela Gallup, em 1979, que revelou que não eram poucas as pessoas que, entre 18 e 29 anos de idade, haviam escolhido o Espírito Santo, ao invés da Bíblia, como sua autoridade religiosa principal.65 Alguns enaltecem uma "impressão direta" do Espírito Santo, ou uma mani­festação do Espírito, tal como a profecia, acima da Pala­vra escrita.66 O Espírito Santo é aquele que inspirou a Palavra e que lhe concede autoridade. Ele nada falará contrário àquilo que a Palavra inspirada declara, e nada além disso.
As reivindicações quanto à autoridade religiosa são en­grossadas pelas fileiras das religiões e seitas. Deve-se crer em Jesus mais do que em Sun Myung Moon? O Corão tem autoridade igual à da Bíblia? Uma palavra profética, hoje, tem a mesma autoridade das Escrituras? Essas e outras per­guntas fazem com que seja essencial considerarmos as evi­dências da autoridade bíblica. Virtualmente todas as religi­ões têm suas escrituras sagradas. Embora muitas delas conte­nham ensinamentos morais dignos, o Cristianismo tem sus­tentado historicamente ser a Bíblia a única e exclusiva Pala­vra de Deus.

A INERRÂNCIA BÍBLICA
Uma mudança notável da terminologia que resultou dos debates na área da inspiração das Escrituras foi a preferência pelo termo "inerrância" ao invés de "infalibilidade". Isso tem a ver com a insistência de alguns no sentido de que podemos ter uma mensagem infalível com um texto bíblico errante.
"Infalibilidade" e "inerrância" são termos empregados para se aludir à veracidade das Escrituras. A Bíblia não falha; não erra; é a verdade em tudo quanto afirma (Mt 5.17,18; Jo 10.35). Embora tais termos nem sempre hajam sido empre­gados, os teólogos católicos, os reformadores protestantes, os evangélicos da atualidade (e, portanto, os pentecostais "clás­sicos"), têm afirmado ser a Bíblia inteiramente a verdade; nenhuma falsidade ou mentira lhe pode ser atribuída. 99 Clemente de Roma, Clemente de Alexandria, Gregório Nazianso, Justino, o Mártir, Irineu, Tertuliano, Origenes, Ambrósio, Jerônimo, Agostinho, Martinho Lutero, João Calvino, e um número incontável de outros gigantes da história da Igreja, reconhecem que a Bíblia foi, de fato, inspirada por Deus, e que é inteiramente a verdade. Preste atenção à afirmação enfática de alguns destes notáveis:
Agostinho: "Creio com toda a firmeza que os autores sagrados estavam totalmente isentos de erros". 100
Martinho Lutero: "As Escrituras nunca erram".101 "... onde as Sagradas Escrituras estabelecem algo que deve ser crido, ali não devemos desviar-nos de suas palavras".102
João Calvino: "O registro seguro e infalível". "A regra certa e inerrante". "A Palavra infalível de Deus". "Isenta de toda mancha ou defeito". 103
Provavelmente, os dois acontecimentos mais significati­vos no tocante à doutrina da infalibilidade e da inerrância foram a declaração sobre as Escrituras na Aliança de Lausanne (1974) e a Declaração de Chicago (1978) do Concílio Inter­nacional da Inerrância Bíblica. A declaração de Lausanne oferece (segundo alguns) flexibilidade em demasia ao afir­mar que a Bíblia é inerrante em tudo quanto afirma". (Isto é: pode haver coisas que não foram "afirmadas" na Bíblia.) Como resposta, a Declaração de Chicago afirmou: "A Escri­tura na sua inteireza é inerrante, e está livre de toda a falsidade, fraude ou logro. Negamos que a infalibilidade e inerrância da Bíblia limitam-se aos temas espirituais, religio­sos ou redentores, excluindo-se as asseverações nos campos da história e das ciências". 104
A Declaração de Chicago foi adotada por uma conven­ção de quase trezentos estudiosos no seu esforço para escla­recer e fortalecer a posição evangélica a respeito da doutrina da inerrância. Consiste em dezenove Artigos de Afirmação e de Negação, e tem uma prolongada exposição final, que se propõe a descrever e explicar a inerrância de tal modo que não deixa nenhuma possibilidade de existir nenhum tipo de erro em qualquer parte da Bíblia.
Embora seja possível questionar se a inerrância é ensina­da de modo dedutível nas Escrituras, conclui-se que o exame indutivo das Escrituras foi ensinado por Jesus e pelos escritores bíblicos. Deve ficar claro, porém, que a autoridade da Bíblia depende da veracidade da inspiração, e não da É doutrina de inerrância. Esta é uma inferência natural que segue a inspiração e é "tirada dos ensinos bíblicos, e tem o pleno, poio da atitude do próprio Jesus".105 Alguns têm sugerido que abrir mão da doutrina da inerrância é o primei­ro passo para se abrir mão da autoridade da Bíblia.
A inerrância reconhece contradições, ou inconsistênci­as, no texto, não como erros propriamente ditos, mas como dificuldades que poderão ser resolvidas ao serem conhecidos todos os seus dados relevantes. A possibilidade de se harmo­nizar trechos aparentemente contraditórios vem sendo de­monstrada frequentemente pelos estudiosos evangélicos que têm dedicado tempo e paciência, revendo dificuldades tex­tuais à luz das novas descobertas históricas, arqueológicas e linguísticas. (Devemos, no entanto, evitar harmonizações forçadas ou altamente especulativas).
A doutrina da inerrância é derivada mais da própria natureza da Bíblia do que de um mero exame dos seus fenômenos. "Se alguém crê que a Escritura é a Palavra de Deus, não pode deixar de crer que seja ela inerrante".106 Deus "soprou" as palavras que foram escritas, e Deus não pode mentir. A Escritura não falha porque Deus não pode mentir. Consequentemente, a inerrância é a qualidade que se espera da Escritura inspirada. O crítico que insiste em haver erros na Bíblia (em algumas passagens difíceis) parece ter outorgado para si mesmo a infalibilidade que negou às Escrituras. Um padrão passível de erros não oferece nenhu­ma medida segura da verdade e do erro. O resultado de negar a inerrância é a perda de uma Bíblia fidedigna. Se for admitida a existência de algum erro nas Sagradas Escrituras, estaremos alijando a veracidade divina, fazendo a certeza desaparecer.
Referencias : teologia sistematica de lewis sperry volume 1 e 2;  Stanley Horton - Teologia Sistemática; Curso básico de Teologia Moisés Carneiro



Nenhum comentário:

Minhas Postagens

... A BÍBLIA É O FENÔMENO EXPLICÁVEL APENAS DE UM MODO – ELA É A PALAVRA DE DEUS...

... A BÍBLIA É O FENÔMENO EXPLICÁVEL APENAS DE UM MODO – ELA É A PALAVRA DE DEUS...
O fato de que Deus nos deu a Bíblia é evidencia e exemplo de seu amor por nos, nos ensinando a manter um relacionamento correto com Deus, mas como podemos ter evidencias de que a Bíblia é mesmo a palavra infalível de Deus e não simplesmente um bom livro? O que é único na Bíblia que a separa dos demais livros escritos até hoje? A Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, divinamente inspirada, e totalmente suficiente para todas as questões de fé e prática. Não pode haver duvidas sobre a veracidade bíblica. Ela não é um livro que um homem escreveria se pudesse, ou que poderia escrever se quisesse.

QUE TEMPO CURTO!

QUE  TEMPO CURTO!
Se for ensinar, haja dedicação ao ensino (Rm 12.7b). Quase todos nós já passamos pela experiência de ver um professor da Escola Dominical ser surpreendido pelo soar do sinal anunciando o término da aula. Muitos são os professores e alunos que vivem se queixando do pouco tempo reservado para o estudo em classe. Alguns professores chegam dizer, frustrados, que a aula terminou exatamente quando começava a tratar da melhor parte do seu conteúdo. A questão não é falta de tempo e sim de planejamento. Quando não há planejamento da aula, não importa o tempo a ela reservado, tudo sairá atabalhoadamente dando a impressão de que está faltando algo. Quando existe planejamento, mesmo que o tempo seja curto, haverá produtividade e satisfação na aula dada. O problema não é o tempo, reafirmo, mas o planejamento. O planejamento de uma aula para a Escola Dominical deve levar em consideração vários fatores.

Alguém precisa fazer algo!

Alguém precisa fazer algo!
JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40.Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.

DICAS PARA UMA LEITURA PROVEITOSA.

DICAS PARA UMA LEITURA PROVEITOSA.
. Então, aí vai dez dicas para ler sem esquecer, a primeira vista, muitas podem parecer óbvias. Mas não as subestime. Não é sempre que a gente enxerga o óbvio. 1- Não leia cansado nem ansioso. Se for o caso, faça exercícios de respiração antes de começar a leitura. O estresse é o inimigo número um da concentração e, em consequência, da memorização. 2- Tenha vontade de aprender o que será lido. 3- Se não tiver vontade de antemão, procure criar interesse pelo assunto. A curiosidade é a mola da humanidade. 4- Sublinhe as palavras mais importantes e as frases que expressem melhor a idéia central. 5- Analise as informações e crie relação entre elas, seja nas linhas de cima ou com tudo o que você aprendeu na vida, trazendo-as para o seu mundo. A associação de idéias é fundamental. 6- Leve sempre em conta coisas como: 1- Grau de dificuldade do texto (ler um gibi não é o mesmo que ler sobre filosofia). 2- Objetivo (Só querer agradar alguém, e mais nada, não é o melhor caminho para gravar uma informação. 3- Necessidade (querer ler é bem diferente de depender disso). 7- Faça perguntas ao texto e busque respostas nele. 8- Repita sempre, desde ler de novo até contar para laguém o que você leu. 9- Faça uma síntese mental. Organizar bem as idéias já é meio caminho andado. 10- A memória prefere imagens a palavras ou sons. Por isso, tente criar uma história com aquilo que está lendo, com cenas coloridas e movimentadas. Sammy Pulver comentou muito bem a sensação de quem descobriu e está experimentando os prazeres de uma boa leitura: Na vida nos ensinam a amar, a sorrir, a andar, a lutar, mas quando abrimos um livro, descobrimos que também podemos voar.