sábado, 26 de novembro de 2011

Não seja tolo, Escolha a melhor parte!


“Ora, quando iam de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa.  Tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, sentando-se aos pés do Senhor, ouvia a sua palavra.  Marta, porém, andava preocupada com muito serviço; e aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá que minha irmã me tenha deixado a servir sozinha? Dize-lhe, pois, que me ajude. Respondeu-lhe o Senhor: Marta, Marta, estás ansiosa e perturbada com muitas coisas;  entretanto poucas são necessárias, ou mesmo uma só; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”(Lucas 10. 38- 42).
Parece que marta era considerada a dona de casa, por ser, provavelmente, a irmã mais idosa. Marta estava ocupada, um verbo que literalmente significa “puxar ao redor” isto é “distraído”, distração essa que tinha motivos internos e externos. Em contraste com isso, a atenção de Maria estava centralizada em Jesus, e por isso foi inteiramente poupada de  quaisquer distrações. Marta estava ansiosa, o que provavelmente denota a sua intranqüilidade no intimo. Preocupada é a palavra que fala da confusão externa que a acompanhava. Porém, uma única coisa se fazia necessária, uma só coisa era indispensável à  comunhão com Jesus, o aprender aos pés, a adoração a ele, o desenvolvimento espiritual do homem interior. Outrossim, essa é a boa parte, isso ilustra que essa parte é considerada mais importante do que as atividades exteriores.
“… Marta agitava-se…” Marta, a dona de casa, estava distraída pelo muito servir, ela não estava fazendo qualquer coisa maldosa, nem tampouco Jesus a culpou por estar tão ansiosa com as tarefas domesticas. Ele só pediu que ela estabelecesse corretamente as prioridades. É possível um serviço a Cristo perder a essência, tornando-se um mero trabalho cheio de tarefas, totalmente desprovido de devoção a Deus. Marta não estava fazendo qualquer coisa maldosa, tal como procurar conquistar o Senhor como seu parceiro, mas simplesmente estava frustrado com as atividades normais de seu lar. Estava procurando agradar ao convidado, isto é a Jesus. Ele era um hospede ilustre, e talvez aquela tivesse ter sido a sua primeira visita àquela casa, ou, pelo menos, Marta ainda não aprendera a ficar à vontade em sua presença. Talvez ele se mostrasse disposto a criticar, segundo ela pensava, e por isso esforçava-se por prepara a melhor refeição possível, ao passo que sua irmã lhe parecia preguiçosa, negligente de suas responsabilidades na ajuda da arrumação da casa. Marta não se dirigiu diretamente a sua irmã, provavelmente sabendo que não conseguiria demove-la de sua contemplação, fazendo-a vir ajudá-la nos  afazeres de casa; apelou para Jesus, a fim  de interromper uma conversa que reputava relativamente inútil, ou pelo menos, que deveria ser adiada sem qualquer grande detrimento a  atenção de Marta ao invés de estar em Jesus estava para Lá e para cá.
“… Escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada…” essa boa parte é o lado espiritual da vida, o aprender de Jesus, o assentar-se meditativamente aos seus pés. O Senhor Jesus não queria que marta aprendesse a acolhê-lo  corretamente, como hospede, como também não fazia objeção alguma que ela se ocupasse do trabalho necessário de casa. Mas ele simplesmente enfatizou que a vida não consiste de tal forma de serviço, porquanto a vida também tem um lado muito superior a isso.
A palavra de Deus, saída dos lábios de Jesus, é o pão do céu, e esse pão é mais importante do que a preparação de qualquer alimento terreno. O que Jesus desejava ensinar  é que deve haver um acolhimento e um interesse sincero por essa parte da existência humana; o homem não pode viver exclusivamente do pão terreno. Poucas coisas se fazem necessárias para uma vida feliz e tranqüila, e, entre essas coisas, a maior e mais necessária é a instrução da alma. Maria compreendeu isso instintivamente. Marta por seu turno prestou um bom serviço material, que sem duvida Jesus notou e recebeu agradecido; porem, o seu serviço jamais poderá ser considerado o alvo da vida, e certamente não tão importante como aquilo que não afastar Maria da festa da alma em que se encontrava aos pés de Jesus.
Marta seve de símbolo de alguém que, embora religioso, se ressente da falta de sinceridade e de aplicação diligente aos aspectos mais notáveis da vida espiritual. Assim sendo Jesus não condena aqui a atividade, a diligencia, quer de natureza religiosa ou não; mas meramente aquela atividade que furta o devido lugar da devoção e do desenvolvimento espiritual. Andamos atarefados em muitos afazeres de menor importância, ao passo que a comunhão com o senhor Jesus tem ficado de lado.
Vejamos uma pequena analogia entre Marta e |Maria:
Marta é boa representante de nossa geração: cheia de trabalho e atividade, mas com reduzido tempo para dedicar-se à meditação, à oração e ao estudo
Maria representa a alma faminta que dá atenção às necessidades da alma. Os gigantes espirituais podem realizar coisas gigantescas
Marta era mais ativa, pratica e demonstrativa;
Maria era mais dada à atitude contemplativa, mais pensativa, mais quieta, embora comovida profundamente
Marta era ansiosa, inquieta e preocupada com os afazeres domésticos
Maria  era tranqüila e sabia, pois escolheu  a melhor parte
Marta servia a Jesus, no que concernem as atividades domesticas, com, por exemplo, o preparo de alimentos a casa bem arrumada etc.  Porém, Marta pensou que o estilo de serviço de Maria fosse inferior ao dela.
Maria também servia a Jesus, no que concerne ao seu relacionamento e a atenção dada a Jesus

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... A BÍBLIA É O FENÔMENO EXPLICÁVEL APENAS DE UM MODO – ELA É A PALAVRA DE DEUS...

... A BÍBLIA É O FENÔMENO EXPLICÁVEL APENAS DE UM MODO – ELA É A PALAVRA DE DEUS...
O fato de que Deus nos deu a Bíblia é evidencia e exemplo de seu amor por nos, nos ensinando a manter um relacionamento correto com Deus, mas como podemos ter evidencias de que a Bíblia é mesmo a palavra infalível de Deus e não simplesmente um bom livro? O que é único na Bíblia que a separa dos demais livros escritos até hoje? A Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, divinamente inspirada, e totalmente suficiente para todas as questões de fé e prática. Não pode haver duvidas sobre a veracidade bíblica. Ela não é um livro que um homem escreveria se pudesse, ou que poderia escrever se quisesse.

QUE TEMPO CURTO!

QUE  TEMPO CURTO!
Se for ensinar, haja dedicação ao ensino (Rm 12.7b). Quase todos nós já passamos pela experiência de ver um professor da Escola Dominical ser surpreendido pelo soar do sinal anunciando o término da aula. Muitos são os professores e alunos que vivem se queixando do pouco tempo reservado para o estudo em classe. Alguns professores chegam dizer, frustrados, que a aula terminou exatamente quando começava a tratar da melhor parte do seu conteúdo. A questão não é falta de tempo e sim de planejamento. Quando não há planejamento da aula, não importa o tempo a ela reservado, tudo sairá atabalhoadamente dando a impressão de que está faltando algo. Quando existe planejamento, mesmo que o tempo seja curto, haverá produtividade e satisfação na aula dada. O problema não é o tempo, reafirmo, mas o planejamento. O planejamento de uma aula para a Escola Dominical deve levar em consideração vários fatores.

Alguém precisa fazer algo!

Alguém precisa fazer algo!
JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40.Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.

DICAS PARA UMA LEITURA PROVEITOSA.

DICAS PARA UMA LEITURA PROVEITOSA.
. Então, aí vai dez dicas para ler sem esquecer, a primeira vista, muitas podem parecer óbvias. Mas não as subestime. Não é sempre que a gente enxerga o óbvio. 1- Não leia cansado nem ansioso. Se for o caso, faça exercícios de respiração antes de começar a leitura. O estresse é o inimigo número um da concentração e, em consequência, da memorização. 2- Tenha vontade de aprender o que será lido. 3- Se não tiver vontade de antemão, procure criar interesse pelo assunto. A curiosidade é a mola da humanidade. 4- Sublinhe as palavras mais importantes e as frases que expressem melhor a idéia central. 5- Analise as informações e crie relação entre elas, seja nas linhas de cima ou com tudo o que você aprendeu na vida, trazendo-as para o seu mundo. A associação de idéias é fundamental. 6- Leve sempre em conta coisas como: 1- Grau de dificuldade do texto (ler um gibi não é o mesmo que ler sobre filosofia). 2- Objetivo (Só querer agradar alguém, e mais nada, não é o melhor caminho para gravar uma informação. 3- Necessidade (querer ler é bem diferente de depender disso). 7- Faça perguntas ao texto e busque respostas nele. 8- Repita sempre, desde ler de novo até contar para laguém o que você leu. 9- Faça uma síntese mental. Organizar bem as idéias já é meio caminho andado. 10- A memória prefere imagens a palavras ou sons. Por isso, tente criar uma história com aquilo que está lendo, com cenas coloridas e movimentadas. Sammy Pulver comentou muito bem a sensação de quem descobriu e está experimentando os prazeres de uma boa leitura: Na vida nos ensinam a amar, a sorrir, a andar, a lutar, mas quando abrimos um livro, descobrimos que também podemos voar.